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Campanha Salarial 2026
Araraquara - Fungota

Data-base: maio

data próxima assembleia

Próxima assembleia:
A definir

Pauta de reivindicações

A pauta é o documento no qual estão os pedidos de reajuste e outras demandas que foram aprovadas em assembleia pelos servidores.

A primeira assembleia dos servidores municipais da Fungota em Araraquara para a elaboração da pauta de reivindicações foi realizada dia 5/02.

Os principais pontos da pauta são os seguintes:
 

  1. Incorporação da complementação ao salário base, isto é, o salário base passa a ser de R$ 2100,00;

  2. Reposição da inflação referente ao período de maio de 2025 a abril de 2026;

  3. Cronograma de reposição das perdas salarias que acumularam ao longo dos últimos anos que é de 19,5%, sendo dividido em 3 (três) parcelas anuais de 6,5% começando desde 2026;

  4. Aumento do valor do vale alimentação para R$ 1.400,00, tendo como base o valor da cesta básica que ultrapassa os R$ 1.000,00. Sendo que este não tenha qualquer desconto com vinculação de atestados.

  5. Implantação de 06 abonadas, sem que haja qualquer tipo de desconto;

  6. Criar o auxilio saúde em valor a ser pago para todos os servidores;

  7. Criação do PCCV para valorização dos servidores, tendo acompanhamento na elaboração destes pela comissão devidamente constituída e composta por servidores de carreira, em regime de votação dos pares.

  8. Inserção do espelho de ponto eletrônico nos mesmos moldes da folha de pagamento.

  9. Inclusão do atestado de 2 horas por mês , para ser utilizado para consultas, exames e acompanhamento medico e dentista.

Veja aqui pauta de reivindicações na íntegra

Como estão as negociações?

  • Após a primeira assembleia, a pauta de reivindicações foi encaminhada à Fungota para darmos início às negociações.

  • Assim que a Fungota responder, o SISMAR convocará nova assembleia.

como participar

Como participar?

 

  • Compareça às assembleias convocadas pelo Sindicato.

  • Todos podem participar e ter voz e voto nas assembleias, mesmo quem não é sindicalizado.

  • Este é o momento de todos os servidores terem sua voz e sua reivindicação ouvidas, democraticamente.

  • Todas as decisões na campanha salarial são tomadas nas assembleias, coletivamente. O SISMAR não negocia sozinho com a Administração, quem decide é a categoria reunida em assembleia.

Como é o processo de negociação?

Democracia - No SISMAR, todo o processo de negociação passa pelas assembleias. Em relação à data-base, nada é decidido unilateralmente pela direção do SISMAR, a categoria é sempre ouvida e delibera coletivamente nas assembleias. É na assembleia que a categoria decide tudo, tanto o pedido de reajuste quanto a aceitação ou não das contrapropostas da Prefeitura.


Organização - Na primeira assembleia, a categoria debate e define a pauta de reivindicações para o ano que vem. A principal delas é o reajuste dos salários. Esta pauta é encaminhada por ofício para a Prefeitura e o processo de negociação começa.

Participação - Também é na assembleia que é formada uma comissão de servidores, escolhidos democraticamente pela categoria, para acompanhar a direção do Sindicato em eventuais reuniões com o Prefeito ou seus secretários. Como já informado, o SISMAR não negocia sozinho, sempre é a categoria que dá a última palavra, em assembleia.


Negociação - Quando o governo responde às reivindicações dos servidores, o Sindicato leva essa resposta para a categoria ouvir e decidir se concorda ou não com ela em mais uma assembleia. A decisão da categoria tomada em assembleia é novamente encaminhada à Prefeitura, sempre por ofício, e a nova resposta volta para ser discutida na assembleia.

Decisão - Caso não haja acordo, também é a categoria reunida em assembleia que decide os rumos que a campanha salarial deve tomar. A greve a última e mais dramática das possibilidades, quando todas as tentativas de acordo tiverem falhado e não houver mais espaço para negociação.

Quais foram os últimos reajustes da categoria?

Histórico de reajustes concedidos:

2015: 4,5%

2016: 3,3%

2017: 2,08%

2018: 2% (em janeiro, referente a 2017) + 2,76% (em maio)

2019: 5%

2020: 0%

2021: 0%

2022: 5% (em agosto)

2023: 5% (em março, referente a 2022) + 4,65% (em maio)

2024: 5%

2025: 5,53%

Perdas salariais acumuladas desde 2015 até o último reajuste, em maio de 2025: 19,35%

Perda salarial ocorre quando o reajuste no salário é menor do que a inflação daquele período.

Os servidores de Araraquara acumulam uma perda salarial de 19,35%, considerando os reajustes desde 2015.

Isso significa que um salário de R$ 3.000,00 hoje, para recuperar o poder de compra perdido e retornar ao patamar de 2015, deveria ser reajustado para R$ 3.580,50.

O prejuízo mensal é de R$ 580,50 (a diferença que o servidor deixa de receber todos os meses). Somando esse valor ao longo de um ano, incluindo o 13º salário, o prejuízo anual para quem recebe este piso é de R$ 7.546,50.

 

Quanto foi a inflação?

Existem vários índices que medem a inflação de diferentes maneiras. O índice oficial do governo brasileiro, calculado pelo IBGE e adotado também em Araraquara, é o IPCA.

 

O IPCA de um mês, é divulgado, em geral, até a segunda semana do mês seguinte.

 

Somente mais perto da data, saberemos o percentual correto.

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