SISMAR
Sindicato dos Servidores Municipais de Araraquara e Região
FARMÁCIA DO SERVIDOR
2ª a 6ª-feira: 8h - 18h
sábados: 8h - 12h
3335-1024
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de 2ª a 6ª-feira, das 8h30 às 17h30
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- TODO APOIO À APEOESP E AOS PROFESSORES
O SISMAR - Sindicato dos Servidores Municipais de Araraquara e Região - vem a público manifestar seu total repúdio à invasão da sede da Apeoesp, em SP, ocorrida na última quarta-feira, dia 14. É inadmissível que um grupo ligado a interesses partidários tente intimidar uma entidade que representa milhares de trabalhadores da educação. Esse tipo de ataque não atinge apenas uma pessoa, um prédio ou uma diretoria, mas sim o direito de organização de toda a classe trabalhadora. Manifestamos nossa total solidariedade às professoras e professores que, além de enfrentarem os desafios diários da sala de aula, agora precisam lidar com a violência política dentro de sua própria entidade de classe. A escola é lugar de pensamento livre e o sindicato é a ferramenta de luta da categoria. Não aceitamos que grupos que pregam o ódio tentem calar quem dedica a vida a ensinar e a lutar por uma educação pública de qualidade. A democracia exige respeito às instituições e à liberdade sindical. O SISMAR reforça que a luta da Apeoesp é a luta de todos nós, servidores públicos, que não vamos recuar diante de ameaças ou tentativas de censura ao nosso trabalho e à nossa organização. Não podemos permitir que a violência se torne regra na política brasileira. Seguimos unidos e vigilantes, reafirmando que a educação e o sindicalismo são pilares fundamentais para uma sociedade justa.
- Demissão de aposentados às vésperas do Natal e sem direitos é cruel e desumano
Servidores Municipais de Araraquara não têm paz nem nas festas de final de ano; dezenas de famílias tiveram Natal destruído pelo governo O SISMAR – Sindicato dos Servidores Municipais de Araraquara e Região – recebeu com extrema indignação a informação de que a Prefeitura de Araraquara retomou as demissões dos servidores aposentados às vésperas do Natal, sem pagar corretamente a multa dos 40% do FGTS. Antes de tudo, a diretoria do Sindicato se solidariza aos servidores aposentados nesse momento traumático e se mantém ao lado de cada um deles até a última gota de esperança, até o último momento. Além de mau gestor, Lapena não tem humanidade. Demitir servidores que ainda dedicam suas forças ao trabalho é ignorar a dignidade que eles conquistaram ao longo da vida. Um gestor que age assim está semeando injustiça, e a colheita disso nunca é boa. Fazer isso às vésperas de uma data tão significativa, quando a pessoa deveria estar em paz com sua família, é desumano, uma falta terrível de compaixão. Sabemos das decisões judiciais contrárias aos servidores (e estamos lutando juridicamente para revertê-las), mas o momento escolhido pelo governo para demitir é cruel demais. Ontem mesmo, assim que a informação da retomada das demissões chegou ao Sindicato, o departamento jurídico já tomou providências, informando ao Tribunal e reiterando a apreciação de seu Agravo com extrema urgência. Com isso, espera-se que sejam novamente suspensas as demissões e, quando elas ocorrerem, mais nenhum servidor tenha seus direitos negados na demissão. Antes disso, na quarta-feira, 10, o SISMAR já havia ingressado com Ação Anulatória Coletiva e um Agravo de Instrumento perante o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP). Se, ainda assim, o governo insistir nas demissões sem a multa integral de 40% do FGTS sobre todo o tempo de serviço, quem for demitido deve procurar o Sindicato para buscar, individualmente, seus direitos em outro processo judicial específico. O SISMAR segue empenhado em: primeiro, suspender as demissões; e, ao final, garantir que todos os demitidos recebam a multa integral. No âmbito administrativo, as demissões se contrapõem à Nota emitida pela própria Prefeitura no dia de ontem (17/12/2025), comunicando o "colapso financeiro" e que não poderá admitir ou pagar horas extraordinárias para substituir os demitidos, o que impactará diretamente a qualidade de serviços em diversos setores.
- O e-mail com boletos do SISMAR mudou
Atenção Servidores Sindicalizados! A partir de 1/12/25, os e-mails serão enviados pela plataforma do Sicoob. O novo remetente será noreply@sicoobnegocios.com.br Cuidado com golpes. Sempre verifique os detalhes antes de clicar ou abrir o boleto. O novo e-mail terá essa aparência ↓↓↓
- Trabalhou, tem que receber – corte de pagamento revolta servidores em Araraquara
Prefeitura anunciou, nesta tarde, que não pagará as horas extras trabalhadas em novembro Servidores Municipais de Araraquara apanham mais uma vez. Dessa vez, o governo Lapena decidiu que não vai pagar as horas extras feitas em novembro, às vésperas do Natal, e o comunicado nem foi feito à categoria ou ao Sindicato, mas à imprensa. Ou seja, os servidores souberam pela imprensa que terão seus salários reduzidos no mês do Natal, sem qualquer debate ou aviso prévio. A reação não poderia ser outra: revolta na categoria. O Sindicato não aceita essa situação. Trabalhou, tem que receber. A recomendação do Sindicato é que os servidores não façam horas extras até que seja garantido o pagamento.
- SISMAR entrega centenas de brinquedos para distribuição a entidades
Os itens foram arrecadados com a venda dos ingressos do Baile do Havaí; O grupo de amigos “Por Mais Sorrisos” fará a entrega O SISMAR entregou centenas de brinquedos novos para o grupo de amigos “Por Mais Sorrisos”, que fará a distribuição para crianças neste Natal. Os brinquedos foram arrecadados pelo Sindicato junto com a venda dos ingressos para não-sócios para o Baile do Havaí. Aproximadamente mil crianças serão presenteadas pelo grupo, que já realiza este trabalho há vários anos em Araraquara. Confirma a programação: 12/12 - Assentamento Bela Vista = 150 crianças 16/12 - The Jungle (crianças dos orfanatos) = 100 crianças 21/12 - Águas do Paiol, Vale do Sol, Jd. São Bento e Jd. Paraiso = 750 crianças
- Corte da insalubridade em Araraquara: Peritos judiciais farão novos laudos
Justiça deu prazo até 2 de dezembro para a Administração dizer em quais unidades houve corte e que demandarão laudo específico; Sindicato terá tempo para examinar a lista e acompanhará as visitas técnicas Em audiência realizada nesta terça-feira, 11, a Justiça do Trabalho concedeu prazo até dia 2 de dezembro para a Prefeitura de Araraquara informar em quais unidades houve supressão do adicional de insalubridade dos servidores e que demandarão a realização de laudo específico. Nesta audiência, relativa à Ação Civil Coletiva movida pelo SISMAR em agosto. Também ficou estabelecido que, para unidades com condições de trabalho semelhantes, serão elaborados laudos paradigma, que valerão para todas elas. A lista que a Prefeitura vai entregar deve conter quais unidades serão consideradas conjuntamente para este fim. O SISMAR – Sindicato dos Servidores Municipais de Araraquara e Região -, por sua vez, terá até 19 de dezembro para examinar a lista que será fornecida pela Prefeitura, para verificar se está completa e se as unidades indicadas pelo governo realmente são semelhantes. Depois de confirmada a lista, a Justiça nomeará os peritos judiciais pra fazerem novos laudos técnicos. Tanto o Sindicato quanto a Prefeitura poderão acompanhar as visitas dos peritos às unidades, que serão previamente agendadas. O SISMAR denunciou o caso já no começo de agosto , quando moveu a Ação Civil Coletiva para restabelecer a correção dos pagamentos do Adicional de Insalubridade indevidamente reduzido ou totalmente suprimido.
- Assédio: MPT vê omissão deliberada e recomenda Plano de Prevenção em Araraquara
Prefeitura tem duas semanas para responder se cumprirá a exigência; em caso de recusa ou silêncio, será ajuizada ação civil pública Em audiência realizada nesta quarta-feira, 29, o Ministério Público do Trabalho (MPT) recomendou à Prefeitura de Araraquara a criação e efetiva implementação de um Plano Municipal de Prevenção e Erradicação do Assédio Moral e Sexual e da Discriminação no Trabalho . De acordo com o MPT, a criação do Plano é necessária diante das provas que evidenciam “deliberada omissão de administradores municipais em buscar a responsabilização dos autores de atos de assédio moral”. Ainda segundo a procuradoria, tal omissão “vem criando uma cultura de permissividade a tal tipo de violência, sob suas mais diversas formas, no âmbito da Prefeitura do Araraquara”. O governo tem duas semanas para responder ao MPT se acatará ou não a recomendação e, caso decida fazer, mais 90 dias para efetivamente criar e implementar o Plano por Lei ou Decreto. Caso a Prefeitura se recuse a criar e implementar o plano ou mesmo se cale diante da recomendação do MPT, a procuradoria do Trabalho já deixou claro a todos os participantes do governo, do Sindicato e da Comissão de Combate ao Assédio, que será ajuizada Ação Civil Pública contra o Município. A atuação do SISMAR foi reconhecida publicamente na audiência, tanto pelos representantes do governo, que elogiaram a postura parceira do Sindicato na condução dos problemas, quanto pelo próprio Procurador do Trabalho, Rafael de Araújo Gomes, que ressaltou a combatividade e a atuação firme e perene do SISMAR na defesa dos direitos dos servidores. Manual O tema assédio está na pauta do SISMAR há tempos. Infelizmente, vemos os casos crescendo dia-a-dia. Para colaborar com a manutenção de um ambiente de trabalho saudável e livre de violência, discriminação e assédio, o SISMAR lançou um Manual de Combate ao Assédio com informações, dados, exemplos e orientações para os servidores, sobre como identificar e o que fazer caso seja vítima ou presencie algum caso. Nesta quarta-feira, 29, o SISMAR disponibilizou um canal de denúncias online, sigiloso, de fácil acesso, para que os servidores possam relatar casos que tenham vivido ou presenciado. Acesse pelo site www.sismar.org
- Araraquara vai fechar creches e outras unidades sem diálogo com servidores e população
Governo Lapena não responde a questionamentos do Sindicato e não fala abertamente com os servidores, mas o fechamento de pelo menos quatro unidades de educação já é de conhecimento geral e precisa ser explicado e debatido Sem dialogar com a população, sem dialogar com os servidores e muito menos com o Sindicato, o Governo Lapena vai fechar pelo menos quatro unidades escolares para o ano de 2026 em Araraquara. O Sindicato recebeu a informação de que o CEC Gilda Rocha , o CER do CAIC Rubens Cruz II , o CER Jacomina Filippi e o CAEE Marisa Góes , na Barroso, serão fechados. Nos corredores, há uma explicação (ou mais) para cada caso, mas, nenhuma oficial. A Secretaria da Educação não respondeu a dois ofícios protocolados pelo Sindicato pedindo explicações sobre o caso. Educadores e demais profissionais da Educação estão muito apreensivos, sem informação e com todas as dúvidas possíveis. O SISMAR tem conversado em cada unidade e há um temor sobre o que será dos servidores e alunos dessas unidades, já que toda a informação que circula é extraoficial, boato de corredores, nada formal. A diretoria do SISMAR já atuou junto às comissões de remoção para que os servidores das unidades que serão fechadas tenham prioridade na escolha, mas tudo fica muito nebuloso sem informações oficiais sobre o encerramento das atividades. Entendemos que é possível realizar mudanças e reorganizações, que isso faz parte da gestão, mas, no serviço público, é obrigatório que tudo seja feito com transparência, ética e respeito às necessidades e direitos da população e da categoria. As pessoas merecem e precisam saber quais mudanças serão impostas em suas vidas. E com a antecedência necessária para eventuais adaptações que sejam necessárias nas rotinas de cada um. Não dá para a Prefeitura mudar o local de trabalho de uma pessoa de uma hora para a outra e achar que está tudo bem. Além disso, quaisquer mudanças precisam garantir uma estrutura minimamente adequada para que os serviços possam ser prestados com a qualidade e a excelência devidas à população. O SISMAR está à disposição e organizando a categoria. Não aceitaremos mudanças sem diálogo, sem justificativa razoável e sem respeito pelos direitos dos servidores e da população.
- SISMAR lança Manual de Combate à Violência e ao Assédio no ambiente de trabalho
Material, baseado em orientações da OIT e da Justiça do Trabalho, será distribuído para os servidores; Informação para gerar transformação e melhorar o clima organizacional Atenta ao crescimento de casos de violência e assédio contra servidores municipais de Araraquara e na região e com base no entendimento de que somente os próprios servidores, unidos, conscientes e bem informados é que podem mudar o rumo de sua própria história, a diretoria do SISMAR – Sindicato dos Servidores Municipais de Araraquara e Região – lança, esta semana, o Manual de Combate à Violência e ao Assédio no Ambiente de Trabalho . O Manual é um livreto com 32 páginas, com informações baseadas na Convenção 190 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre a eliminação da violência e do assédio no mundo do trabalho, de 2019, e contém trechos de um Guia sobre assédio publicado em 2024 pela Justiça do Trabalho. As informações foram organizadas para tornar qualquer parte do conteúdo fácil de encontrar. Os servidores poderão saber quais são os efeitos devastadores do assédio para a vítima e também para todo o local de trabalho. Também há, no Manual, 10 páginas com exemplos do que é considerado assédio, segundo a OIT e o guia da Justiça do Trabalho. Além disso, o Manual lançado esta semana traz orientações sobre como agir, tanto para as vítimas quanto para quem presencia situações de violência ou assédio. A ideia do SISMAR é distribuir o Manual para todos os servidores, para informar, conscientizar e orientar sobre o tema da violência e assédio no ambiente de trabalho. Informação para gerar transformação, para mudar a mentalidade, a atitude, a postura, para que os próprios servidores saibam como agir, como se proteger e como colaborar na construção de uma cultura organizacional saudável, segura e produtiva. “Como Sindicato, a gente não pode garantir qual vai ser a avaliação do MPT ou a decisão da Justiça sobre os casos que forem denunciados, mas o Sindicato pode e deve atuar para deixar os servidores bem informados para que eles mesmos possam evitar ou interromper situações abusivas no ambiente de trabalho. E é essa a nossa proposta com este material”, explica Gustavo Jacobucci, presidente do SISMAR. O Manual está disponível também na internet, em uma página específica no site do Sindicato, que pode ser acessada por este link: www.sismar.org/manual .
- SISMAR trabalha pela criação de ambulatório de saúde mental para servidores
Casos e afastamentos aumentaram significativamente a partir de 2024; tema foi encaminhado em reunião entre Sindicato e Prefeitura A reunião contou com os seguintes participantes: • Danilo de Souza Jardim – Subsecretário de Recursos Humanos; Juliana Nunes Marcondes – Enfermeira do Trabalho – SESMT; Dorival José Bottesini Junior e Regina Maria Coutinho Passos – Psicólogos do SESMT; Levi de Souza Horn – Médico do Trabalho – SESMT; Endrius Zavanella Navarro – Chefe da Divisão de Desenvolvimento de Recursos Humanos; Gláucia Cristina Dias Harteman – Chefe da Divisão de Saúde Mental; Celina Lucia Cavalini Santesso Garrido – Psicóloga / Chefe da Unidade do CEREST (Centro de Referência em Saúde do Trabalhador); Regina Celia Rodrigues e Bernadete Couto – Representantes do SISMAR (Sindicato dos Servidores Municipais de Araraquara) A diretoria do SISMAR – Sindicato dos Servidores Municipais de Araraquara e Região – trabalha, desde 2022, pela criação de um ambulatório de saúde mental exclusivo para os servidores municipais de Araraquara. Nesta terça-feira, 7, o Sindicato participou de uma reunião com representantes do RH, do Sesmt, do Cerest e da Divisão de Saúde Mental da Secretaria da Saúde, na Escola de Governo, justamente para debater ações voltadas ao cuidado com a saúde mental dos servidores. O grupo decidiu que elaborará uma Nota Técnica propondo a criação do Ambulatório de Saúde Mental do Servidor Público Municipal, vinculado ao SESMT, já com detalhamento da estrutura, equipe, objetivos e fluxos de atendimento. O próximo passo será solicitar a aprovação da criação do Ambulatório para as Secretarias de Administração e de Governo. Para as representantes do SISMAR, Regina Célia Rodrigues e Bernadete Couto, a criação deste espaço para cuidado dos servidores, se concretizada, vai representar um avanço na valorização do funcionalismo municipal e na promoção de ambientes de trabalho mais saudáveis. Por outro lado, é preciso não perder de vista que assédio e más condições de trabalho são fatores que adoecem os servidores. Assim, manter um ambiente de trabalho saudável e livre do assédio é tão importante quanto a criação do ambulatório. Já estão previstas outras reuniões deste grupo para aprofundar o debate sobre o assunto. O SISMAR continua acompanhando o andamento dessa questão de perto e cobrará para que a criação do ambulatório de saúde mental específico para servidores se torne uma realidade o mais rápido possível.
- SISMAR repudia mais um ataque contra servidora em horário de serviço em Araraquara
Equipe e sindicato realizarão protesto em frente à unidade, nesta quarta-feira, às 7h30; todas as instâncias serão acionadas para que se interrompam os casos de violência contra servidores O SISMAR vem à público manifestar seu repúdio a mais um caso de violência contra servidora em seu local de serviço e em função de sua atividade. Uma mulher usuária da Unidade agrediu violentamente, nesta terça-feira, 7, uma das enfermeiras, cujo nome será preservado por questões de segurança, jogando-a no chão e desferindo tapas que causaram ferimento no rosto da enfermeira. A Guarda Civil Municipal esteve no local e conduziu a agressora para a delegacia. Os casos se multiplicam e é inadmissível que a Prefeitura de Araraquara não tome providências com relação à segurança dos servidores municipais em seus locais de trabalho. O governo Lapena não reage, não muda nada, não toma providências e a situação se agrava a cada dia. Os servidores trabalham com medo, sem qualquer respaldo do governo. Não há apoio da Administração, não há acolhimento e nem atendimento psicológico estruturados para atender esses casos. O prefeito sequer tem a dignidade de vir a público defender os servidores e pedir que a população os respeite também. Uma manifestação do SISMAR e dos servidores será realizada nesta quarta-feira, em frente à Unidade Básica de Saúde da Vila Xavier, às 7h30, como forma de demonstrar a indignação da categoria. O SISMAR acompanhou a servidora à delegacia, onde foi registrado Boletim de Ocorrência. Uma assembleia será convocada pelo Sindicato para organizar o setor da saúde em defesa da integridade da categoria. Outros atos, manifestações e até paralizações não estão descartadas caso a Prefeitura não tome providências práticas urgentes.
- Em andamento: SISMAR verifica condição de refeitórios nos CERs de Araraquara
Diversas escolas já foram vistoriadas pela direção do Sindicato e indicam situação crítica; resultado completo será encaminhado ao MPT CER Judith de Barros Batelli - Selmi Dei 4 Almoçar sentindo o cheiro do banheiro ou lavar a louça no tanque de lavar roupas é rotina de muitos servidores da rede municipal de Educação de Araraquara, conforme levantamento que está sendo realizado pela diretoria do SISMAR. O objetivo do trabalho do Sindicato é verificar as condições dos refeitórios das unidades, uma vez que o governo Lapena proibiu por decreto que os professores e agentes educacionais se alimentem junto com as crianças. E, logo nas primeiras unidades, já ficou claro que o caso terá que ser encaminhado ao Ministério Público do Trabalho (MPT), para providências. De acordo com a Norma Regulamentadora nº 24 (NR-24) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que estabelece as condições mínimas de higiene e de conforto a serem observadas, “os empregadores devem oferecer aos seus trabalhadores locais em condições de conforto e higiene para tomada das refeições por ocasião dos intervalos concedidos durante a jornada de trabalho”. E isso é exatamente o oposto do que tem sido verificado pela diretoria do Sindicato nas unidades já vistoriadas. A NR-24 determina também que os locais para refeição devem ser obrigatoriamente “destinados a este fim”. Não podem ser, portanto, locais improvisados, como parece ser o caso de grande parte das unidades. Com a continuidade do trabalho do SISMAR, a situação será detalhada unidade por unidade e encaminhada ao MPT.












