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  • Estabilidade ou rachadinha: o que você prefere?

    O concurso público é uma seleção democrática e justa, que seleciona o mais bem preparado. Ele garante o acesso democrático ao serviço público, mas, sozinho, não basta. Para servir ao interesse público, que é manter o melhor profissional ali, quem é aprovado no concurso tem que ter a garantia de que não será substituído. Caso contrário, bastaria um governante mal intencionado chamar o próximo da lista de aprovados, e o próximo e o próximo, até que entrasse alguém do interesse dele, ou que estivesse disposto a dividir seu salário com quem o contratou, a famosa rachadinha. Para evitar isso é que existe a estabilidade. Ela, portanto, não foi criada para privilegiar os servidores, mas para garantir a impessoalidade dentro do serviço público, para não permitir ao político que ele escolha quem deve ou não ser contratado. Ou vocês acham que políticos inescrupulosos, se pudessem, não demitiriam concursados e contratariam seus aliados sem um pingo de vergonha na cara? Já é comum, em todas as esferas e em praticamente todas as profissões do serviço público, a perseguição de servidores concursados que não comungam da mesma visão de seus chefes comissionados. Imagine se esses chefes pudessem contratar e demitir ao seu bel prazer? Há quem diga que tem muito servidor que se apoia nessa estabilidade para não trabalhar. Porém, esta estabilidade não é absoluta, ela não permite que um servidor simplesmente encoste e fique sem fazer nada. Todos os governos têm meios de punir servidores que não desempenhem suas funções. O caminho é o Processo Administrativo Disciplinar (PAD), que pode culminar na exoneração do servidor, e não só quando ele resolve não trabalhar, mas em diversas outras situações também, todas previstas ou no estatuto ou em regramento municipal, dependendo do vínculo jurídico do servidor. Isso não significa que não existam servidores preguiçosos e que realmente não trabalham. Entretanto, se isso ocorre, não é por causa da estabilidade, mas sim por que as chefias não levam o caso a sério. Porque, quando querem, eles exoneram mesmo. Assim, concluímos que a estabilidade não é o problema do serviço público brasileiro. Ela, pelo contrário, previne corrupção e garante alguma continuidade na prestação dos serviços. Todos contra a reforma. Leia tudo o que o SISMAR já publicou sobre a reforma administrativa neste link: https://www.sismar.org/noticia/tags/reforma-administrativa _____________________________________________________ O SISMAR tem uma variedade de convênios exclusivos para os sindicalizados. Confira! Ainda não é sindicalizado? Então clique aqui e conheça as condições e sindicalize-se.

  • Vídeo explica reforma administrativa e seus impactos

    A Frente Parlamentar Mista do Serviço Público, criada no Congresso Nacional em 2007 e relançada em 23 de outubro de 2019, composta por Parlamentares e entidades representativas da sociedade civil, criou este vídeo para campanha em defesa dos servidores e por um serviço público de qualidade contra as reformas propostas pelo governo que prejudicam a população. Todos contra a reforma. Leia tudo o que o SISMAR já publicou sobre a reforma administrativa neste link: https://www.sismar.org/noticia/tags/reforma-administrativa _____________________________________________________ O SISMAR tem uma variedade de convênios exclusivos para os sindicalizados. Confira! Ainda não é sindicalizado? Então clique aqui e conheça as condições e sindicalize-se.

  • Reforma administrativa: comparativo de salários

    Sabemos que tem gente com muito privilégio e com supersalários no serviço público e nas instituições. Porém, pela proposta de reforma administrativa (PEC 32/2020) apresentada pelo governo federal, justamente os privilegiados estão de fora, não serão afetados pelas novas regras. É difícil de acreditar, mas o governo tirou da reforma o pessoal que tem salário acima de R$ 25 mil e ainda recebe auxílio moradia e ajuda de custo para tudo que se possa imaginar, que são os parlamentares, os generais, a alta cúpula do judiciário, os ministros do supremo e toda essa turma. Então, qual é a justificativa de se fazer uma reforma que vai atacar só os servidores que já ganham pouco e que atendem diretamente as pessoas? A resposta é uma só: o desmonte do serviço público para dois objetivos: 1. Vender tudo que for possível para a iniciativa privada, principalmente nas áreas de saúde e educação e; 2. abrir caminho para contratação de apadrinhados, apoiadores e amigos de políticos para o que sobrar de público. A reforma é complexa e a discussão precisa ser feita com qualidade. Acompanhe os demais materiais que o SISMAR produziu para você compreender melhor todos os aspectos da reforma e como ela afeta a vida de cada um. Todos contra a reforma. Leia tudo o que o SISMAR já publicou sobre a reforma administrativa neste link: https://www.sismar.org/noticia/tags/reforma-administrativa _____________________________________________________ O SISMAR tem uma variedade de convênios exclusivos para os sindicalizados. Confira! Ainda não é sindicalizado? Então clique aqui e conheça as condições e sindicalize-se.

  • Live contra reforma administrativa e PL 529

    Não é só o governo federal que quer acabar com os serviços públicos. O governador João Dória (PSDB) também tem um projeto de lei (PL 529) já em discussão para destruir serviços e empresas públicas. Assista aqui: https://www.facebook.com/sismar.org/videos/713479175872592/ Precisamos entender quais os problemas destas reformas para podermos nos organizar para impedir retrocessos de direitos e o desmonte do serviço público. Nesta live, Andreia Bertho de Lima, diretora do SISMAR, participa ao lado de Fausto Augusto Júnior, economista do Dieese e Rafael de Araújo Gomes, procurador do MPT Araraquara, para debater os impactos das reformas para os servidores e para toda a sociedade. O mediador do encontro será Edinaldo Ferreira, coordenador da subsede da CUT em São Carlos. Todos contra as reformas (PEC 32/20 e PL 529) Assista ao vivo nesta quinta, dia 1/10, às 19 horas, na página do SISMAR www.facebook.com/sismar.org Leia tudo o que o SISMAR já publicou sobre a reforma administrativa neste link: https://www.sismar.org/noticia/tags/reforma-administrativa _____________________________________________________ O SISMAR tem uma variedade de convênios exclusivos para os sindicalizados. Confira! Ainda não é sindicalizado? Então clique aqui e conheça as condições e sindicalize-se.

  • Adivinha quem vai pagar a conta de novo

    Sabemos que tem gente com muito privilégio e com supersalários no serviço público e nas instituições públicas. Porém, pela proposta de reforma administrativa (PEC 32/2020) apresentada pelo governo federal, justamente os privilegiados estão de fora, não serão afetados pelas novas regras. Pois é. A reforma administrativa promete acabar com privilégios, mas não atinge justamente políticos eleitos, alta cúpula do MP e do judiciário e militares, que são os que recebem supersalários e os verdadeiros privilégios. Então, se vierem te falar que a reforma vai acabar com a “mamata” no serviço público, você já sabe que é mentira. A reforma só atinge os servidores com menores salários e que atendem mais de perto a população. E, mesmo assim, não ajuda a melhorar a prestação do serviço público, só atrapalha. Querem colocar a conta da crise mais uma vez para ser paga pelos trabalhadores. Não podemos aceitar. Todos contra a reforma. Leia tudo o que o SISMAR já publicou sobre a reforma administrativa neste link: https://www.sismar.org/noticia/tags/reforma-administrativa _____________________________________________________ O SISMAR tem uma variedade de convênios exclusivos para os sindicalizados. Confira! Ainda não é sindicalizado? Então clique aqui e conheça as condições e sindicalize-se.

  • O que todo servidor precisa saber sobre a reforma administrativa

    Entenda os ataques que estão escondidos na reforma e como eles vão impactar você, seus filhos e toda a sociedade O governo federal enviou ao Congresso Nacional uma proposta de reforma administrativa (PEC32/2020) que mexe com toda a estrutura dos serviços públicos das três esferas (federal, estadual e municipal). A justificativa é “acabar com regalias e privilégios” do serviço público, mas veremos que justamente isso será mantido para os que já ganham mais de R$ 30 mil. Esta reforma, como está apresentada, acarretará severos problemas tanto para os servidores da ativa quanto para toda a sociedade, com a piora da qualidade dos servidos públicos e dificuldade de fiscalização, além da abertura para todo tipo de apadrinhamento político, como veremos agora com mais detalhes: 1- A reforma administrativa promete acabar com privilégios, mas não atinge justamente políticos eleitos, alta cúpula do MP e do judiciário e militares, que são os que recebem supersalários e os verdadeiros privilégios. Então, se vierem te falar que a reforma vai acabar com a “mamata” no serviço público, você já sabe que é mentira. A reforma só atinge os servidores com menores salários e que atendem mais de perto a população. E, mesmo assim, não ajuda a melhorar a prestação do serviço público, só atrapalha, como você vai ver nos tópicos abaixo. 2- Ao propor o fim da estabilidade no serviço público como se fosse resolver o problema dos serviços públicos brasileiros, a reforma administrativa faz exatamente o contrário, abre as portas para os famosos cabides de emprego. Ou você acha que, se pudessem, os prefeitos não demitiriam todos os servidores e colocariam apoiadores e apadrinhados no lugar? Já é comum nas Prefeituras que chefias comissionadas tentem prejudicar servidores concursados que não comungam da sua visão política. Imagine como seria se pudessem demitir à vontade? A estabilidade do funcionalismo, portanto, não só preserva minimamente os servidores das frequentes perseguições políticas, mas também garante a continuidade e a qualidade da prestação dos serviços públicos. 3- A reforma administrativa acaba com a promoção por tempo de serviço para os servidores e isso é péssimo não só para a remuneração deles, mas também para a prestação do serviço público de qualidade. Um servidor com 30 anos de Prefeitura, com vasta experiência, terá o mesmo salário de um recém contratado. Qual a motivação dele para trabalhar melhor do que o novato, ou mesmo para ensinar o que sabe? O reconhecimento do tempo de serviço prestado é uma das principais formas de reconhecimento e valorização do profissional comprometido. Ou não é importante valorizar a experiência profissional de todo trabalhador? 4- A partidarização dos cargos públicos vai aumentar caso a reforma administrativa seja aprovada. Se você gostaria de ver cargos públicos de carreira serem ocupados por servidores técnicos, então você é contra a reforma administrativa. A proposta do governo abre mais espaço para cargos de livre nomeação, os apadrinhados, e cria distinção entre carreiras, com a invenção de cinco novos vínculos jurídicos: — por prazo determinado; — por cargo de liderança e assessoramento; — por tempo indeterminado (via concurso público); — por cargo típico de Estado (via concurso público); — de experiência (via concurso público) - alternativa ao atual estágio probatório. Somente os mais bem avaliados no fim do vínculo serão investidos no cargo. 5- Em uma generalização descabida, a reforma administrativa quer acabar com “férias superiores a 30 dias por ano”. Parece muito justo, não é? Porém, a categoria de servidores públicos é muito ampla e heterogênea e não pode ser tratada genericamente. Os únicos servidores municipais que têm duas férias por ano, por exemplo, são os professores (que tem 15 dias de recesso escolar, devido à intensidade do trabalho) e os técnicos de radiologia (por causa do risco de exposição ao raio-x). Ambas as categorias têm também aposentadoria especial, e não é por acaso, mas sim pela natureza de cada uma. O salário atual, nos dois casos, não passa de três salários mínimos, em média. Juízes, promotores e procuradores, que são servidores federais e estaduais, também têm duas férias por ano, porém estes não entram nas regras da reforma administrativa. 6- A reforma administrativa dá poderes ao presidente da república (este e os próximos) para extinguir ministérios ou órgãos federais como Ibama e Incra, que são responsáveis pela fiscalização ambiental e rural no país todo, sem precisar de aprovação do Congresso Nacional. Mesmo que você confie neste presidente, será que todos respeitarão o interesse público, ou eles vão fazer aquilo que for protegê-los particularmente? Muito poder na mão de um homem só, como nos mostra a história da humanidade, costuma acabar em autoritarismo. 7- A alegação do governo é de que a reforma administrativa não atinge os atuais servidores, porém, não é bem assim. A intenção é fazer a reforma administrativa em três fases, de acordo com a Agência Senado, e só a primeira é que não atinge os atuais servidores. As demais vão reduzir remuneração e acabar com a estabilidade mesmo dos que já estão trabalhando: a) PEC 32/2020: Novo regime de vínculos, desmonte da administração pública e fim imediato de alguns benefícios; b) projetos e projetos de lei complementar serão apresentados para abrir a possibilidade de demissão por mal desempenho, para determinar diretrizes de carreiras, cargos e funções com menos direitos e gratificações menores; c) será apresentado o Projeto de Lei Complementar do Novo Serviço Público retirando direitos, com menor estrutura remuneratória e deterioração das carreiras. 8- A reforma administrativa é uma mudança na Constituição Federal. Não é, portanto, uma alteração simples, ou de menor importância. Ela pretende alterar a lei máxima da nação, mudar regras do pacto social feito em 1988, sem diálogo transparente, franco e aberto com a sociedade. Em vez disso, o governo apela para o senso comum e reforça o preconceito contra os servidores quando os chama de inimigos e de parasitas ou os ameaça de mandá-los para um local de execução da ditadura, como a ponta da praia. 9- O serviço público precisa, sim, de melhorias, mas isso não se faz com desmonte ou destruição das estruturas, e sim com investimento, treinamento e valorização dos servidores. Porém, nada disso está no horizonte da reforma, nenhuma valorização, investimento ou capacitação, nenhum reconhecimento pela dedicação ao longo da carreira, só redução de direitos, vasta abertura para perseguições políticas e para partidarização dos cargos públicos. 10- Caso a reforma administrativa seja aprovada, o resultado vai impactar não só os servidores, mas toda a sociedade, pois o que está em jogo é o fim dos serviços públicos como o conhecemos. E, antes que alguém possa dizer que servidores precisam, mesmo, de redução de direitos, lembramos que aquela universidade que você tanto sonha para você ou para seu filho, é pública; que aquela ambulância que vai te socorrer em um acidente, é pública, conduzida por um servidor público; que a creche grátis com a qual você conta para deixar seu filho seguro enquanto trabalha, é pública, conduzida por servidores públicos, servidores sem supersalários ou privilégios. Por tudo isso, o SISMAR é completamente contrário à esta PEC da reforma administrativa e vai mobilizar todas as suas forças juntamente com os demais sindicatos e entidades de classe para barrar esta tentativa de desmontar o serviço público brasileiro. Até porque nós sabemos que a intenção, ao contrário do que prega o governo, é sucatear até onde pode os serviços públicos para depois apresentar a privatização como solução mágica para os problemas que eles mesmos criaram. Nos EUA é assim, quem pode pagar tem acesso à saúde, quem não paga, não tem direito nem a emergências. Nós, do SISMAR, vamos, portanto, lutar como pudermos para fortalecer o SUS, a educação pública e fortalecer o papel do Estado, que se mostrou mais do que necessário nesta pandemia. Leia o texto da PEC neste link: https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=1928147 Leia tudo o que o SISMAR já publicou sobre a reforma administrativa neste link: https://www.sismar.org/noticia/tags/reforma-administrativa _____________________________________________________ O SISMAR tem uma variedade de convênios exclusivos para os sindicalizados. Confira! Ainda não é sindicalizado? Então clique aqui e conheça as condições e sindicalize-se.

  • Vídeo explica proposta de reforma administrativa

    O Governo Federal enviou no começo de setembro seu projeto de reforma administrativa ao Congresso Nacional. Ainda que os detalhes da proposta não sejam completamente conhecidos, o fato é que o governo quer atacar os servidores públicos. Clique e assista: Há tempos a equipe econômica ataca o funcionalismo público dizendo que o servidor ganha muito e, por isso, o Brasil é um país tão cheio de concursados. Mas isso é verdade? Atualmente, o servidor público tem estabilidade no cargo. Com a proposta, o governo visa flexibilizar as regras de estabilidade de novos servidores públicos, diminuindo o tamanho do Estado no Brasil. Mas será que isso é bom mesmo? Contra os ataques do governo ao serviço e aos servidores públicos do Brasil, o Reconta Aí, um grupo de economistas especialistas em bancos públicos e comunicadores interessados em defender o nosso patrimônio, explica, em vídeo, a reforma administrativa proposta pelo governo de Jair Bolsonaro. Confira! Leia tudo o que o SISMAR já publicou sobre a reforma administrativa neste link: https://www.sismar.org/noticia/tags/reforma-administrativa _____________________________________________________ O SISMAR tem uma variedade de convênios exclusivos para os sindicalizados. Confira! Ainda não é sindicalizado? Então clique aqui e conheça as condições e sindicalize-se.

  • Serviço público sob ataque

    A reforma administrativa não acaba com os supersalários e altos privilégios e ainda prejudica toda a sociedade, porque atinge os servidores e, consequentemente, a prestação dos serviços públicos A reforma administrativa (PEC 32/2020) proposta pelo governo veio para destruir os serviços públicos como o conhecemos. É um ataque sem precedentes, vindo de todos os lados, contra os servidores públicos de todas as esferas. Menos, é claro, para os de sempre: a alta cúpula dos três poderes, militares e políticos. Saiba mais sobre a reforma administrativa Ou seja, a reforma não acaba com os supersalários e altos privilégios e ainda prejudica toda a sociedade, porque atinge os servidores e, consequentemente, a prestação dos serviços públicos. Toda a sociedade vai sofrer, e não só os usuários do SUS ou de escolas públicas. Ou a elite não quer que a vigilância sanitária fiscalize o restaurante onde ela come? Será que eles não querem que seus filhos vão para a USP (que é pública, é a melhor Universidade do País e uma das melhores do mundo)? Tudo isso vai acabar se essa reforma passar. Se a PEC 32/2020 for aprovada como está, boa parte dos serviços públicos serão vendidos a preço de banana para a iniciativa privada e o que sobrar de público os governos vão preencher com cargos comissionados, apadrinhados, apoiadores e amigos. Não haverá mais lugar para trabalho sério e correto no serviço público. Todos estarão sujeitos às intempéries partidárias e vão trabalhar de acordo com a ideologia de quem os contratou, e não mais de acordo com os princípios balizadores da Administração Pública. Os servidores são a linha de frente no combate à disseminação e no tratamento da Covid-19. No último ano, eles já perderam parte da aposentadoria e dos direitos trabalhistas. Não podemos permitir mais este ataque, que pode ser fatal. Todos contra a reforma. Leia tudo o que o SISMAR já publicou sobre a reforma administrativa neste link: https://www.sismar.org/noticia/tags/reforma-administrativa _____________________________________________________ O SISMAR tem uma variedade de convênios exclusivos para os sindicalizados. Confira! Ainda não é sindicalizado? Então clique aqui e conheça as condições e sindicalize-se.

  • Vírus está mais letal

    Proteja-se e proteja os outros. Use máscara Mesmo com a redução dos casos novos na região, o coronavírus está matando mais gente. Em agosto inteiro, foram 1925 casos e 21 mortes na região atendida pelo SISMAR. Em setembro, apenas até o dia 23, eram 1082 casos e 24 mortes. Ou seja, com praticamente metade dos casos, tivemos mais mortes em setembro. Sem comando pelo governo federal e com os governos estadual e municipal mais preocupados com a economia do que com a saúde e a vida das pessoas, resta a cada ser humano compreender a importância de suas próprias atitudes para se salvar e salvar os outros. Se puder, fique em casa. Se precisar sair, use a máscara. Conheça o monitor que o SISMAR mantém para acompanhar em detalhes a evolução da doença nas nove cidades atendidas pelo Sindicato: bit.ly/covidsismar

  • Servidores das UPAS conquistam 40% de insalubridade

    Prefeitura de Araraquara reconheceu, após muita ponderação e convencimento do SISMAR, que estes servidores estão mais expostos ao risco de contaminação Finalmente, os servidores das UPAs de Araraquara (exceção aos da Fungota) receberam, no pagamento de agosto, os 40% de insalubridade, o grau máximo pago por este adicional. Esta era uma demanda antiga pela qual o SISMAR lutava há tempos ao lado dos servidores e que, agora, após muito diálogo e ponderações entre a diretoria do SISMAR e a Administração, se torna realidade para eles. Sem dúvida, os servidores das UPAs, pela natureza dos serviços prestados, são os mais expostos ao risco de contaminação pelo coronavírus nesta pandemia que já se arrasta por mais de cinco meses em nossa região. As tratativas com a Administração continuam para garantir o mesmo grau máximo de insalubridade a toda a rede básica e aos funcionários da Fungota, já que todos também estão igualmente expostos ao risco de contaminação. Lembrando que, infelizmente, os servidores municipais são 10% de todos os contaminados e dos mortos pela Covid-19 na cidade, enquanto representam aproximadamente 3% da população.

  • Será que você conhece a próxima pessoa que vai morrer de Covid-19?

    Na região que o SISMAR atende, 51 pessoas já morreram, 400 ainda estão doentes e próxima morte deve ser amanhã; denuncie condições inadequadas de trabalho A cada dois dias, em média, uma pessoa da nossa região vai morrer de Covid-19, se o número diário de casos novos não começar a cair logo. E não se trata de previsão astrológica ou mero pessimismo, é matemática. A cada cem pessoas infectadas, aproximadamente, o vírus vai matar uma, de acordo com os dados sobre a doença já publicados no mundo todo. Isso é uma média, obviamente. Significa que podemos ter mais mortes em determinada cidade e menos na outra, mas, em média, juntando tudo, teremos uma morte para cada cem infectados. Os números da nossa região comprovam isso. Temos, até hoje, registro de 4558 infectados e 51 mortes. Um pouco mais de uma morte a cada cem doentes. Dia 31 de julho, tínhamos 2479 casos confirmados e, naquela data, tínhamos 26 mortes. Também um pouco mais de uma morte a cada cem infectados. Não temos como fugir das estatísticas. Confira o gráfico com o número de mortos por data e por cidade neste link: https://public.flourish.studio/visualisation/3370431/ Considerando que, atualmente, temos mais de 50 casos novos a cada dia, podemos mensurar que vai morrer uma pessoa, em média, a cada dois dias na nossa região. Você conhece alguém que está doente? Torça por essa pessoa, pois ela pode ser a próxima vítima fatal. Quer evitar isso? Pare de sair de casa sem necessidade, não visite parentes e amigos, pare de usar a máscara no queixo, pare de compartilhar mentiras nos grupos de Whatsapp e no facebook e mantenha distância segura das pessoas quando precisar sair de casa, sempre com a máscara cobrindo boca e nariz. Se você está em trabalho presencial, exija EPIs adequados e cumpra rigidamente todas as normas sanitárias no local de trabalho, como uso da máscara, higienização da unidade, distanciamento entre as pessoas, limpeza frequente das mãos. E, o mais importante: caso a Prefeitura não esteja dando condições adequadas de trabalho, denuncie para o Sindicato. Fiscalização O SISMAR tem fiscalizado as unidades municipais, cobrado soluções administrativamente e acionando Ministério Público e Justiça do Trabalho quando necessário, porém dependemos da sua ajuda com denúncias sempre que houver problemas, para que esse trabalho seja mais completo. Com uma diretoria restrita a dez pessoas, das quais três estão afastadas (duas do grupo de risco e um infectado com Covid-19), fica inviável realizar fiscalização em tempo hábil em todas as unidades com a qualidade necessária e exigida pela diretoria. São mais de 300 locais de trabalho em nove cidades da região, dos quais quase metade é unidade ligada à Secretaria da Saúde, que tem exigido mais atenção. Contamos com cada um de vocês para avançarmos no combate ao vírus que está matando nossos entes queridos. Confira o monitor completo da Covid-19 em toda a região atendida pelo SISMAR com gráficos interativos: bit.ly/covidsismar

  • Araraquara: professores à beira de um ataque de nervos

    Sobrecarga de trabalho, exigências da Secretaria da Educação e pressão de Gestores provocam estresse, ansiedade, insônia, e diversos outros sintomas nos profissionais Apesar de estarem afastados das atividades presenciais, os professores da rede municipal de Araraquara estão sobrecarregados e estressados, como revelam relatos feitos pelos servidores ao SISMAR ao longo destes cinco meses de pandemia de Covid-19. A partir do decreto nº 12.230, de 17 de março, quando as aulas presenciais foram suspensas, os professores do Ensino Fundamental foram obrigados a enfrentar uma realidade nunca vista e nunca experimentada antes: continuar o trabalho de ensino e aprendizagem com os seus alunos de modo remoto, à distância. Nenhum professor e nenhum outro servidor havia recebido qualquer tipo preparação ou treinamento para lidar com as novas tecnologias necessárias para o trabalho e com as novas relações entre alunos, pais, professores e escola. Neste curtíssimo período, os professores tiveram que aprender a usar equipamentos, plataformas, ferramentas e programas digitais para que os seus alunos pudessem ter acesso as aulas em novo formato, através da internet. Elaboração de Plano de Trabalho Docente, produção de atividades, produção de material pedagógico para caderno impresso, gravação de vídeos, envio de atividades online aos grupos/classe, atendimento coletivo e individuais aos alunos e pais, plantão de dúvidas, correção de atividades, preenchimento de documentos burocráticos, participação em reuniões de HTPC, atividades de formação e a exigência de prazos extremamente curtos, impossíveis de serem cumpridos, são alguns exemplos dos desafios enfrentados pelos professores nesta pandemia. De um dia para o outro, suas residências se transformaram em sala de aula (onde eles têm dedicado o dobro ou mais do tempo da sua jornada diária de trabalho, porque tudo é novo), seus celulares particulares viraram ferramenta de trabalho, grupos de whatsapp apitam dia e noite. Toda esta sobrecarga, somada aos afazeres domésticos, à atenção e cuidados com a família, acompanhamento dos filhos (que também têm aulas on-line), além das situações impostas pela pandemia, está deixando professores no limite de sua saúde mental e emocional, desenvolvendo sintomas físicos, nunca antes sentidos. Stress, ansiedade, insônia, dores de cabeça, dores pelo corpo, sensação de pânico são alguns sintomas relatados pelos que nos procuram. Este é o cenário que os professores do Ensino Fundamental de Araraquara estão vivendo e relatam diariamente aos diretores do SISMAR. Diante dele, exigimos da Secretaria Municipal da Educação de Araraquara que ofereça melhores condições de trabalho e olhem com mais respeito, atenção, cuidado, empatia, sensibilidade e solidariedade para estes profissionais que precisam ser ouvidos, respeitados e valorizados, pois são eles, os responsáveis na prática, pelo desenvolvimento, realização e qualidade do ensino público do município. Providências precisam ser tomadas urgentemente, antes que estes profissionais tenham que se afastar das atividades docentes para tratar da sua saúde.

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