SISMAR
Sindicato dos Servidores Municipais de Araraquara e Região
FARMÁCIA DO SERVIDOR
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- SISMAR denuncia ataques sistemáticos à Saúde de Araraquara
O último, foi o corte da insalubridade, mas governo Lapena já atuou pelo menos outras quatro vezes contra o sistema público de Saúde municipal A técnica de enfermagem e diretora do SISMAR Suely Scodeler utilizou a Tribuna Popular da Câmara Municipal de Araraquara na tarde desta terça-feira, 5, para denunciar os ataques sistemáticos que o governo Lapena tem aplicado ao sistema público municipal de Saúde. São apenas sete meses de governo e a Saúde já acumula pelo menos cinco grandes golpes desferidos pela nova gestão. O resultado é uma categoria revoltada, frustrada, tensa, adoecida e sem motivação. O ataque mais recente foi o corte do adicional de insalubridade pago há décadas a diversas funções, como farmacêuticos, auxiliares de farmácia, recepcionistas e administrativos, mas não só estes. Com a desculpa de restabelecer os patamares anteriores à pandemia, o governo Lapena reduziu os percentuais do adicional e insalubridade que tinham sido majorados na pandemia, mas aproveitou e também cometeu o absurdo de cortar totalmente o benefício de pessoas que recebiam o adicional, algumas há mais de 20 anos. E, tudo isso, com base em um laudo cujo autor sequer visitou as unidades de Saúde. Além do laudo questionável, o governo Lapena mente publicamente sobre o assunto ao afirmar que houve mudança na legislação que justifique o corte do adicional de insalubridade. Não só não houve qualquer mudança na lei, como também não houve nenhuma mudança nas condições de trabalho que justifiquem a alteração de enquadramento dos percentuais do adicional de quem já recebia. O prejuízo mensal chega a R$ 607 para muitos servidores. O SISMAR já acionou a Justiça para que se restabeleça o pagamento do adicional exatamente como antes do corte. Na Tribuna, Suely lembrou outros ataques sofridos pela Saúde municipal: Logo no primeiro mês de gestão, o governo Lapena já queria tirar ambulâncias do Samu de circulação. O consultório de rua, serviço que atende as pessoas mais vulneráveis da nossa cidade, que são as pessoas em situação de rua, também foi alvo de ataque do governo. Neste primeiro semestre, a nova gestão municipal também promoveu redução e mudanças que prejudicaram o Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA). Até mesmo a segurança dos servidores e pacientes foi alvo da atuação destrambelhada do governo, com a retirada dos controladores de acesso das UPAs e do Hospital de Retaguarda.
- Governo mente ao público (parte II): quem fez o laudo não visitou todas as unidades
Os autores também desconhecem a nomenclatura utilizada na Saúde, tratam CMS e UBS como unidades distintas e não analisam nenhuma ESFs; SISMAR questiona e servidores apoiam: cada unidade é diferente Questionado pelo apresentador Luís Antônio, do Jornal da EP, na manhã desta quinta-feira, 1, o secretário de governo de Araraquara, Leandro Guidolin, afirmou que todas as unidades de Saúde do Município foram visitadas pela equipe que elaborou os laudos que recomendam o corte da insalubridade de farmacêuticos, recepcionistas e de outras funções. Entretanto, o próprio documento apresentado pelo governo Lapena ao SISMAR desmente o secretário. Segundo consta no documento, o laudo referente às unidades básicas “foi elaborado com base na UBS ‘Dr Giuseppe Aufiero Sobrinho’” e “as considerações são aplicáveis a toda a rede de UBS, uma vez que essas unidades compartilham os mesmo cargos, atividades e exposições a riscos, devendo, portanto, servir de referência padrão (paradigma similar) para os demais”. Não precisa ser especialista para saber que uma unidade não pode servir de paradigma para todas. Basta conhecer o serviço prestado na cidade. Quem trabalha na Saúde sabe que cada unidade é diferente, tem suas particularidades que precisam ser analisadas e levadas em conta para a concessão ou não da insalubridade. A alegação feita no laudo, de que uma unidade serve de paradigma para todas as demais, demonstra profundo desconhecimento do governo em relação às unidades de Saúde da cidade. Aliás, em uma leitura rápida do laudo apresentado pelo próprio governo já fica evidente que o desconhecimento da estrutura da Saúde na cidade é gigante. Além de utilizar uma única UBS como paradigma para as demais, o laudo considera que UBS e CMS (Centro Municipal de Saúde) são distintos, quando, na verdade CMS era a nomenclatura antiga e UBS é a atual, para exatamente as mesmas unidades. O que existe de diferente na rede básica são as ESFs – Estratégias de Saúde da Família, essas sim, com características diferentes das UBSs. Mas, isso foi solenemente ignorado no laudo. Não há sequer menção às ESFs. Temos, portanto, um laudo que não condiz com a realidade das unidades, que em nenhuma linha explicita quais as mudanças implementadas pela Administração capazes de suprimir a exposição dos servidores aos riscos biológicos a que estão expostos há mais de 20 anos, conforme os Laudos anteriores. Pra piorar, temos um governo que mente para os jornais e para a população, para passar um ar de credibilidade, quando, no fundo, está massacrando os servidores com cortes e imposição de dificuldades dia após dia. Não podemos aceitar que a conta sempre recaia nas costas dos Servidores Municipais.
- Governo mente ao público: lei da insalubridade não mudou
A NR 15 não teve alterações que justifiquem o corte da insalubridade de farmacêuticos, recepcionistas e outras funções da Saúde de Araraquara; diretora do SISMAR ocupará a Tribuna Popular na próxima Sessão da Câmara para denunciar e exigir respeito aos direitos dos servidores que tocam a cidade Ao contrário do que o secretário de Governo de Araraquara, Leandro Guidolin afirmou ao Jornal da EP na manhã desta sexta-feira, não houve alteração da legislação do adicional de insalubridade, muito menos mudança que justifique o corte do benefício para farmacêuticos, recepcionistas e administrativos que atuam nas unidades de Saúde do Município. A legislação que regulamenta a insalubridade no trabalho no Brasil é a Norma Regulamentadora nº 15 (NR-15). De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a alteração mais recente da NR-15 foi feita em 2019 , para tratar de Limites de Tolerância para Exposição ao Calor. Ou seja, é mentira do governo de que houve mudança na lei, que antigamente a insalubridade era avaliada por local de trabalho e agora é feita por função. Não há essa mudança na lei. A redução de 40% para 20%, para quem teve o aumento do percentual durante a pandemia é fato sabido e não está sendo questionado pelo Sindicato, até porque na maior parte dos casos, a elevação de 20% para 40% deu-se por ações ajuizadas pelo Sindicato, no período da pandemia e em razão específica dela. Que a cidade tem dívidas, todos já sabiam. Mas não podemos aceitar que sejam os servidores a pagar essa conta! Mais uma vez, o governo Lapena, que já admitiu ter sido eleito com voto dos Servidores, sangra a categoria sem dó nem piedade, como se fôssemos seus principais inimigos. Como informado anteriormente, o SISMAR vai questionar o corte da insalubridade na Justiça. Além da frente jurídica, a diretoria do SISMAR já solicitou o uso da Tribuna Popular na próxima sessão da Câmara Municipal, terça-feira, 5 de agosto, às 15 horas, para debater o tema com todos os vereadores. O Sindicato chama todos os servidores da Saúde para comparecerem à sessão. Na reunião realizada pelo Sindicato na noite desta quinta-feira com os servidores, estiveram presentes e apoiando a causa do SISMAR os vereadores Alcindo Sabino, Maria Paula, Fabi Virgílio e Filipa Bruneli, do PT, Guilherme Bianco, do PCdoB, enfermeiro Delmiran, do PL, e o vereador Lelo, do Republicanos.
- SISMAR e Araraquara em defesa dos Serviços Públicos
O SISMAR é contra privatizações/terceirizações de quaisquer serviços públicos. E o motivo é muito simples e fácil de entender: empresas privadas pensam primeiro no lucro, depois no lucro, em terceiro lugar no lucro e por fim, no lucro. Não há nenhum interesse público da empresa, não há preocupação nenhuma com meio ambiente, nem com a qualidade de vida das pessoas. Tudo isso é balela para enganar a população e passar a ideia de que a privatização é uma boa solução. Mas não é, tudo que visam é ao lucro. Por isso, se for parar para pensar, todo trabalhador também é contra a privatização, porque só quem ganha alguma coisa com isso é o dono da empresa que leva a licitação (e ele ganha muito). Vimos, recentemente, em Araraquara, o caso da CTA. O transporte público da cidade foi privatizado, os funcionários perderam seus empregos, a qualidade do serviço não melhorou e os preços subiram. Só que agora tem alguém lucrando em cima disso e a discussão sobre transporte público deixou de ser sobre atender a demanda da população e passou a ser sobre dinheiro. Os serviços públicos são um dos pilares fundamentais de qualquer sociedade democrática. Quem mais depende desses serviços são os trabalhadores mais pobres, aqueles que não têm como pagar por planos de saúde ou escolas privadas. A luta por um serviço público com qualidade, estrutura e eficiente é, portanto, uma luta de toda a sociedade pela melhoria da vida coletiva. Por isso, o SISMAR vê com extrema preocupação o fato de Araraquara e mais 6 cidades da base de abrangência do Sindicato (Américo Brasiliense, Gavião Peixoto, Motuca, Nova Europa, Ribeirão Bonito e Santa Lúcia) terem aderido ao programa intitulado Universaliza SP, promovido pelo governo do Estado de São Paulo, sob a gestão do carioca Tarcísio de Freitas (Republicanos). De acordo com o próprio governo, “o programa tem como meta atrair investimento privado e impulsionar a expansão da infraestrutura”. Se o setor privado vai investir dinheiro, necessariamente ele vai querer receber esse investimento de volta, com lucro. Esse setor vê no Estado uma fonte de recursos para explorar, e governos comprometidos com interesses empresariais promovem cortes, privatizações e precarização dos serviços. Este é um debate que não pode ser feito com o coração nem com o estômago. O perigo da privatização dos serviços de saneamento é real e afeta a vida de todos de várias maneiras. Mesmo que sua casa tenha água tratada encanada e esgoto devidamente recolhido, mesmo que você não se incomode de pagar mais pela conta, saiba que o saneamento básico afeta a saúde, a educação, a capacidade de se produzir mais e melhor, além de ter impactos na economia, no mercado imobiliário, no turismo. Seja qual for a sua visão de mundo, seja você de esquerda ou de direita, essa privatização é ruim para toda a população e, portanto, para você. Veja os casos emblemáticos de São Paulo e Rio de Janeiro. A Sabesp, recém privatizada, na semana passada estava jogando esgoto sem tratamento no Rio Tietê. Os cariocas, após a privatização da Cedae, em 2021, receberam água fedida e suja pelas torneiras em toda a cidade. Por isso, a defesa dos serviços públicos, a defesa da manutenção dos serviços de saneamento como serviço público, não é apenas uma pauta dos servidores, mas de toda a classe trabalhadora e da população oprimida e explorada, em legítima defesa, em defesa do meio ambiente, em defesa da vida.
- Prefeitura sofre primeira derrota na ação para cortar Abono Pecuniário
Tribunal de Justiça negou liminar para cortar o abono da Fungota; SISMAR já protocolou ofício exigindo o pagamento correto e retroativo para os servidores da Fundação Mesmo não sendo parte na Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) movida pelo prefeito Dr. Lapena para cortar o Abono Pecuniário dos Servidores Municipais, o SISMAR está atento ao andamento do processo. Na noite desta segunda-feira, 7, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) indeferiu um pedido de extensão da liminar da Prefeitura que pedia o corte do abono pecuniário também da Fungota. Ou seja, aquela primeira liminar que a Prefeitura conseguiu na Justiça para cortar o Abono Pecuniário dos Servidores não vale para a Fundação. A Prefeitura tentou estender a liminar para atingir os Servidores de lá, mas, ontem o TJ-SP negou o pedido. Diante da negativa do TJ-SP, por enquanto, os Servidores da Fungota devem receber, sim, o Abono Pecuniário normalmente. Inclusive, devem ser ressarcidos os pagamentos não realizados nos meses anteriores, nos quais a Fundação cortou o Abono, mesmo sem ordem judicial. Ao tomar conhecimento do assunto, a diretoria do SISMAR, já na manhã desta terça-feira, protocolou ofício para a Fungota exigindo o pagamento correto atual e retroativo do Abono Pecuniário dos Servidores da Fundação. Assim que a Fungota responder, comunicaremos os interessados. A decisão do TJ-SP não é definitiva. A Adin continua tramitando e a decisão pode ser alterada com o julgamento definitivo da ação. De todo modo, até lá, a Fungota terá que seguir pagando o Abono Pecuniário aos seus Servidores. E o SISMAR seguirá acompanhando de perto o andamento do processo.
- Segurança dos Servidores preocupa SISMAR
O Sindicato dos Servidores Municipais de Araraquara e Região - Sismar - vem a público manifestar profunda preocupação em relação à segurança dos Servidores Municipais de Araraquara. O episódio ocorrido nesta quarta-feira, 2, do encontro de munições na mochila de uma criança do CER (Centro de Educação e Recreação) Padre Mário Cavaretti Filho, no Jardim Altos dos Pinheiros, é assustador e merece toda a atenção do poder público. O Sismar também tem preocupação extrema com a retirada dos seguranças terceirizados das unidades públicas municipais, principalmente das unidades de saúde. Garantir a segurança e a integridade física dos Servidores no local de trabalho é obrigação da Prefeitura e o Sismar não vai abrir mão de exigir respeito aos direitos da categoria. Esperamos atitudes concretas da Administração para proteger cada Servidor no seu local de trabalho. Estamos de olho!
- Tá liberado? Prefeito atropela corpo técnico e autoriza troca de unidade com canetada
Servidora com filhos pequenos foi autorizada a trabalhar perto de casa, fora do processo de remoção e contra as recomendações da diretora da unidade, da subsecretária de Recursos Humanos e do próprio Secretário da Educação Em março deste ano, uma servidora municipal de Araraquara (que terá identidade preservada) fez um protocolo simples, dirigido à Secretaria Municipal da Educação (SME), solicitando mudar de local de trabalho por ter filhos pequenos e o transporte entre sua casa e seu trabalho ser precário, com horários limitados, o que causa transtornos severos na sua rotina diária. A solicitação tramitou pelo sistema 1doc da Prefeitura, com manifestações contrárias da diretoria da unidade, da Gestão de Recursos Humanos e até do secretário da Educação, Fernando Diana. “A alteração de local de trabalho dos empregados públicos é realizada no Processo Anual de Remoção, Atribuição e Permuta. A servidora deverá aguardar”, recomendou a Subsecretária de Gestão de Pessoas, Valéria Fontes. Diana adotou tom mais grave: “Avalio como temerário a abertura de precedentes nesse sentido, o que pode desestruturar a organização dessa Secretaria ”, afirmou. Pois, o prefeito Dr. Lapena ignorou a gravidade da situação, as recomendações e argumentos do seu próprio corpo técnico, deu de ombros para as pessoas que ele mesmo escolheu para assumirem a função de organizar a Educação pública municipal, inclusive o próprio Secretário e passou por cima do processo de remoção que dá oportunidade para todos. Com uma frase, Lapena desautorizou toda a SME e permitiu a transferência da servidora com um despacho de apenas 10 palavras: “Pelo caráter humanitário, julgo procedente a demanda em caráter precário”. Está liberado pedir pra mudar de unidade direto para o Prefeito? Todos os servidores que tiverem situações difíceis na vida terão o mesmo tratamento? Diante da situação absurda, a diretora da unidade para onde a servidora quer ir, também se manifesta no 1doc sobre o caso e alerta o prefeito sobre o risco dessa decisão unilateral: “Informo que não tenho vaga na Unidade Escolar e, se abrir precedente (ainda que em vaga precária) teremos outras pessoas pleiteando os mesmos direitos. Já que temos funcionários, moradores do assentamento, trabalhando em unidades na Zona Urbana”. Pois, mais uma vez sem explicar, sem justificar, sem esclarecer, sem argumentar, Lapena destruiu a autoridade da diretora, desta vez com uma única palavra: “Ciente”. Em resumo: A diretora disse não, a subsecretária de recursos humanos disse não, o secretário da Educação disse não, mas Lapena afrontou a autoridade de seus gestores e disse sim, desdenhando das opiniões técnicas, sem dar sequer uma explicação. Essa postura do prefeito de Araraquara é de uma afronta e de um desrespeito tão grandes com seu próprio governo, que atinge não só o próprio Fernando Diana, Secretário da Educação, mas toda a estrutura da Secretaria, bem como seus regramentos. Que moral terá o secretário, a partir de agora, para negar outros pedidos fora das regras? Como poderá, a gestão de Recursos Humanos, explicar uma negativa sua para algum servidor? Como a diretora da unidade terá autoridade para exercer sua função, a partir do momento em que o Prefeito deixa claro que nada disso importa e que só vale a decisão dele? Dr. Lapena está, como diz o ditado, cavando a própria cova. E, se as pessoas ao redor não tomarem cuidado, vão junto para o buraco. Com serviço público não se brinca, prefeito! Em tempo: o Sindicato não atua contra a servidora. Ela está no direito de fazer o pedido dela, assim como todo servidor. Nossa crítica é única e exclusivamente dirigida à resposta do prefeito, mesmo com os graves alertas feitos por seus nomeados para gerir a SME.
- Retomadas as negociações da data-base em Américo Brasiliense
Os dias parados dos grevistas serão descontados do banco de horas de cada servidor; Sobre o salário mínimo, reunião terminou em impasse, mas conversas entre servidores, sindicato e Administração prosseguirão em julho em busca de uma solução que atenda à demanda da categoria Conforme acordo firmado na audiência de conciliação realizada no último dia 5, mediada pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP), as negociações sobre a data-base dos Servidores Municipais de Américo Brasiliense foram retomadas. Na manhã desta quinta-feira, 12, a comissão de Servidores, a diretoria do SISMAR e a Administração tiveram a primeira reunião pós greve. Depois de intenso debate, ficou definido que os dias de paralisação decorrentes da greve serão repostos de acordo com a seguinte ordem de prioridade: 1 . As horas não trabalhadas serão inicialmente descontadas de forma automática e imediata do banco de horas atual. Caso este seja insuficiente, será permitida a compensação até outubro de 2025, mediante convocação prévia da Administração Municipal, podendo ocorrer aos sábados, domingos, feriados, em turnos diurnos ou noturnos, bem como em funções diversas, desde que compatíveis com a condição pessoal do servidor; 2 . Na hipótese de insuficiência na compensação, o desconto será automaticamente efetuado sobre eventuais faltas abonadas disponíveis ao servidor; 3 . Persistindo a insuficiência, o valor correspondente às horas não compensadas será descontado diretamente da remuneração dos servidores grevistas, no mês de novembro de 2025. Pelo Sindicato, foi apresentado um comparativo informal entre mais de 20 cidades com população, receita e PIB semelhantes à Américo Brasiliense. Dentre todas, apenas Américo ainda tem servidores com salário base abaixo do salário mínimo nacional. E Américo também é a cidade que paga o maior salário para a função de diretor, que em outros municípios equivale à de Secretários Municipais. Como resultado, Américo é a cidade com maior desigualdade entre servidores, chegando ao ponto de haver salários com quase 10 vezes de diferença dentro da mesma unidade. Por outro lado, é fato que Américo tem extrema dificuldade de aumentar sua arrecadação e que isso vem de longo tempo. A Administração fala em estar vivendo “de migalhas do Governo Federal”. Porém, na mesa de negociação, o Sindicato cobrou que a Prefeitura apresente dados concretos sobre os impactos financeiros que a demanda da categoria pelo corte das referências até a 6 teriam no orçamento. Uma próxima rodada de negociação ficou marcada para julho, para que os impactos sejam apresentados e nova avaliação sobre o comportamento da Receita do município possa ser feita.
- Servidores sindicalizados: confiram seus holerites e procurem o SISMAR
Devido a um problema técnico no sistema de cobrança do Sindicato, alguns servidores terão descontos indevidos ou ausência de desconto das mensalidades, planos de saúde, farmácia e demais convênios ; pedimos a todos que confiram seus holerites e entrem em contato com o SISMAR em caso de erro ou dúvida, para correção Uma falha técnica no sistema de controle e cobrança do SISMAR gerou alguns erros de cobrança das mensalidades e dos convênios do Sindicato no holerite de vários servidores. O Sindicato orienta a todos os servidores municipais sindicalizados que, obrigatoriamente, verifiquem seus holerites. Em caso de falta de cobrança ou de cobranças indevidas, por favor, entrem em contato com o Sindicato pelos telefones 3335-1983 ou 3357-1983. Esta é uma medida obrigatória para todos os sindicalizados. Todos devem conferir o holerite e procurar o SISMAR em caso de dúvida ou problema. O não pagamento poderá gerar débitos e os débitos podem acarretar até mesmo a perda do plano de saúde. Portanto, verifiquem seus holerites e procurem o Sindicato.
- Servidores de Américo Brasiliense aprovam fim da greve e retomada das negociações
Após oito dias de movimento grevista, os Servidores Municipais de Américo Brasiliense, reunidos em assembleia na noite desta quinta-feira, 5, aprovaram o fim da greve e a retomada das negociações da data-base com a Prefeitura. Na mesa de negociação, insistiremos que nenhum servidor de Américo Brasiliense tenha salário base menor do que o salário mínimo, que o vale-alimentação precisa ser suficiente para, pelo menos, uma cesta básica, que hoje está em R$ 909 (calculada pelo Dieese) e que sejam suspensas novas nomeações de cargos comissionados ou de confiança e a suspensão da criação de novos cargos. Em audiência de conciliação com o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) realizada na tarde de hoje, a Prefeitura se comprometeu com a reabertura da mesa de negociação. Também foi acordado na audiência, e aceito pela categoria na assembleia, que os servidores grevistas irão repor os dias parados, para que não haja desconto. As atividades voltam ao normal em todas as unidades municipais já nesta sexta-feira.
- A quem interessa enfraquecer o sindicato?
Enquanto vereadores e vozes dissonantes atacam nossa luta, a resposta é clara: só patrões e maus políticos ganham com um SISMAR enfraquecido. Nós, da diretoria do SISMAR, fazemos questão de deixar muito claro que estaremos sempre abertos às críticas construtivas e propositivas dos servidores, mas, do mesmo modo, somos absolutamente convictos de que é na nossa unidade, no respaldo e participação efetiva da categoria nas ações e atividades promovidas pelo Sindicato que reside a sua força. Em resumo, o sindicato precisa ser fortalecido. Por isso, é com profunda indignação que vemos circular, nos corredores das prefeituras, nos plenários das Câmaras e até mesmo entre algumas vozes que deveriam estar do nosso lado, discursos levianos contra o nosso Sindicato. Acusam a diretoria, ora de ser agressiva demais, ora de ser passiva demais, questionam nossos métodos, nossa combatividade, nossa própria razão de existir. Mas a pergunta que realmente ecoa, e que esses críticos covardes não ousam fazer em voz alta, é: a quem realmente interessa um sindicato de joelhos, silenciado e enfraquecido? A quem serve essa tentativa de desmoralizar mais de 35 anos de história e resistência? Esquecem-se, ou fingem esquecer, que cada direito conquistado, cada avanço salarial, cada condição digna de trabalho que hoje temos, não veio de presente de nenhum prefeito ou vereador, mas foi fruto de muita mobilização, de greves, de enfrentamento direto e de sofrimento, porque lutar por direitos não é fácil. O SISMAR não nasceu para agradar prefeitos ou vereadores de ocasião, nasceu da necessidade de defender o servidor municipal contra o arbítrio e a exploração. Nossa história é escrita com perseverança, persistência, suor e lágrimas, nas ruas, nas assembleias, nas mesas de negociação onde nunca baixamos a cabeça. Criticar nossa postura de luta é cuspir na própria história de conquistas da nossa categoria. Então, respondamos sem rodeios: enfraquecer o SISMAR interessa aos maus gestores, àqueles que sonham em retirar direitos, achatar salários, precarizar o serviço público e entregar nosso patrimônio. Interessa aos políticos que servem a interesses privados, que veem no servidor organizado um obstáculo aos seus projetos de desmonte. E, tristemente, parece interessar a alguns poucos trabalhadores que, por ingenuidade ou por servirem a outros senhores, repetem o discurso patronal e viram as costas para a própria classe. Não se enganem, servidores! Esses ataques, venham de vereadores buscando holofotes fáceis ou de vozes isoladas dentro da nossa própria base, têm um objetivo único: dividir para conquistar. Querem nos enfraquecer para impor retrocessos, para calar nossa voz coletiva. A força do SISMAR reside na nossa unidade, na nossa capacidade de mobilização e na nossa coragem de lutar. Render-se às críticas é abrir mão do nosso maior instrumento de defesa. Portanto, que fique claro: o SISMAR seguirá firme em seu propósito, combativo como sempre, intransigente na defesa dos direitos dos servidores municipais de Araraquara e região. Não nos intimidaremos com ataques mesquinhos ou críticas infundadas. Nossa resposta será mais luta, mais organização e mais unidade. Enfraquecer o SISMAR interessa a todos aqueles que lucram com a nossa derrota. E nós não vamos permitir que vençam.
- Orientação do SISMAR: 70% dos Servidores de Américo tem que permanecer em serviço
Prefeitura conseguiu liminar na Justiça; nenhuma unidade pode ter menos de 70% em serviço, sob pena de multa para o Sindicato Como já era previsto, a Prefeitura de Américo Brasiliense conseguiu liminar do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) contra a greve dos Servidores Municipais para determinar que 70% de toda a categoria permaneça em serviço. Ou seja, durante a greve, cada unidade terá que manter 70% dos servidores em serviço, sob pena de multa de R$ 20 mil por dia para o Sindicato, em caso de descumprimento. Além disso, o descumprimento da liminar pode acarretar abusividade da greve e prejuízo para os servidores. A greve vai continuar, mas o controle de quem participa será rígido. Cada unidade precisa se organizar para que somente 30%, no máximo, estejam em greve no mesmo dia. É possível fazer rodízio (em um dia, determinados servidores da unidade vão para a greve. No outro dia, outro grupo da mesma unidade pode parar. Mas sempre mantendo 70% trabalhando por dia). É importante manter o serviço da unidade funcionando, com os 70% que estarão em serviço. Os serviços de limpeza precisam funcionar em todas as unidades. A regra vale para todos os setores da Prefeitura. Unidades com somente 3 servidores, nenhum pode parar. Unidades com 4, 5 ou 6 servidores, somente um pode entrar em greve, por dia. Unidades com 7, 8 ou 9 servidores, somente 2 podem parar, por dia. Unidades que têm entre 10 e 13 servidores, somente 3 podem parar, por dia. Unidades que têm entre 14 e 16 servidores, somente 4 podem parar, por dia. Lembrando que não estamos lutando por luxo. A pauta da greve é: que nenhum servidor de Américo Brasiliense tenha salário base menor que o salário mínimo vale-alimentação de R$ 900 suspensão de nomeações e de criação de cargos comissionados ou de confiança












