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  • Prefeitura deixa prédios podres e a culpa pelo estrago é do “deszelo” de algum servidor?

    Somente nos últimos anos, o SISMAR já fez ao menos uma dezena de denúncias sobre condições precárias nos locais de trabalho, confirmadas pelo Ministério Público do Trabalho e pela Justiça; Se há alguma falta de zelo com a coisa pública, ela vem do alto escalão do governo “Governo é uma entidade divina perfeita e os servidores são os demônios que tentam atrapalhar a gestão”: deve ser isso que passa na cabeça do prefeito e do alto escalão da Prefeitura de Araraquara. O governo afirmou, em nota à imprensa, que vai tomar “medidas administrativas” contra o que chamou de “deszelo” de algum servidor pelo estrago causado a objetos que molharam porque chove dentro do prédio do NGSAT. Parece que a linguiça está comendo o cachorro. Faz pelo menos 7 meses que a Prefeitura foi comunicada oficialmente pelo SISMAR que chove torrencialmente dentro do NGSAT, por falta de manutenção do prédio. No comecinho de dezembro do ano passado, a Secretária da Educação, Clélia dos Santos, respondeu a ofício do SISMAR dizendo que a Prefeitura já havia iniciado “reparos emergenciais” e que havia uma licitação em andamento para “recomposição total do telhado”. Passado mais de meio ano dessa troca de ofícios, ainda chove torrencialmente dentro do NGSAT. Portanto, não é razoável imaginar que possa haver algum outro responsável por qualquer prejuízo causado pela chuva dentro do prédio que não seja a própria Administração, que sabia do problema e não tomou as providências para saná-lo. Este texto ficaria interminável se fossemos listar aqui todos os problemas que afetam drasticamente as condições de trabalho dos servidores municipais de Araraquara. Tem prédios ótimos? Tem, mas infelizmente tem muito prédio público municipal caindo aos pedaços e sem a atenção do governo. Para ficar em três exemplos: UPA Central - Faz mais de um ano e meio que o SISMAR denunciou as condições de trabalho na UPA Central. Ministério público confirmou as denúncias, o caso foi para a Justiça e até agora as condições seguem as mesmas. Representante do Conselho Regional de Enfermagem (Coren) vistoriou a UPA em maio e confirmou que as denúncias feitas pelo SISMAR ainda permanecem. Escolas – Palavras do Desembargador Relator do TRT 15, Fábio Bueno de Aguiar: “A farta documentação acostada aos autos deixa claro que as condições do telhado da EMEF Ruth Cardoso e as condições de conservação de toda a parte predial do CER Maria Aparecida de Azevedo Bozutti, era precárias e colocavam em risco a integridade física dos trabalhadores, e tudo pela omissão do Poder Municipal, que por anos omitiu-se da manutenção necessária.” Casa de Acolhida – Justiça determina prazo até julho para que a Prefeitura comprove a contratação de empresa que fará a reforma no local. Palavras da Juíza do Trabalho Conceição Aparecida Rocha de Petribu Faria: "o fato de a requerida estar descumprindo normas de segurança e saúde do trabalho consiste em atitude contrária à preservação da higidez física e mental dos trabalhadores, chegando ao ponto de colocar em sério risco a integridade física e a vida de seus empregados, o que deve ser reparado o mais brevemente possível"

  • Edinho insiste e impõe perdas salariais aos servidores pelo quarto ano consecutivo

    Promessa do prefeito de repor integralmente as perdas em 2023 foram palavras ao vento? Sem negociar, apenas simulando abertura de diálogo e indiferente ao sofrimento da categoria, Prefeitura mantém projeto sem qualquer avanço desde a primeira reunião Foto de 2015 - PT Toda e qualquer negociação que pretende ser justa pressupõe que ambos os lados cedam um pouco, para que seja possível um acordo. Pois, o que ocorreu nesta data-base de 2023 em Araraquara não pode ser definido como negociação e muito menos como diálogo por parte da Administração. Depois de ao menos cinco reuniões com o Sindicato e comissão de servidores, envolvimento dos 18 vereadores e três assembleias da categoria, a Prefeitura simplesmente não avançou um centavo em sua proposta, rejeitada duas vezes em assembleia pela categoria, de reajuste salarial de 4,65% para o conjunto dos servidores, piso municipal de R$ 1,5 mil, zero de reajuste no tíquete, aumento do bônus alimentação para R$ 370. Essa proposta, aprovada pela Câmara Municipal nesta terça-feira, 20, mantém as perdas salariais acumuladas nos anos de 2020 e 2021, anos em que a categoria amargou ficar sem qualquer reajuste por força de lei e reforça ainda mais a punição desumana de retirar o alimento das pessoas, mesmo quando suas faltas são justificadas. Já são 16% de perdas, salários defasados e ainda por cima a pessoa perde quase metade do tíquete em caso de falta. A reposição integral destas perdas em 2023 foi prometida verbalmente com todas as letras pelo próprio prefeito diante dos vereadores em janeiro. Mas, o governo fechou questão e, por mais que a categoria e o sindicato apresentassem argumentos, demonstrassem o sofrimento dos servidores, por mais que servidores derramassem lágrimas sobre a mesa, não houve avanços. O desafio que foi conseguir uma reunião com o prefeito presente já é um sinal de que há alguma distorção na compreensão por parte da Administração do que é uma data-base, do que é uma negociação. Foi necessário cercarmos fisicamente o prefeito na porte de um elevador para que ele ouvisse a voz da diretoria do SISMAR, foram necessárias horas de insistência de várias pessoas para que o prefeito simplesmente recebesse a direção do Sindicato. O resultado, entretanto, não dependia de qualquer esforço da categoria ou do Sindicato. A decisão do governo estava tomada desde o primeiro dia, independentemente do que o Sindicato ou os servidores dissessem ou fizessem. Como em todas as outras reuniões desta data-base, o prefeito ouviu o SISMAR e a comissão, mas não mudou nada. O nome disso, infelizmente, não é democracia participativa. O ano de 2023 não acabou. Em 2024 haverá eleições, o que impõe que qualquer negociação salarial se resolva até abril. A diretoria do SISMAR lutará por dignidade para o funcionalismo até o fim.

  • Enfermagem de Américo começa jornada de 30 horas a partir de julho

    Conquista foi fruto de muita negociação e uma greve da categoria em março; projeto piloto para os próximos seis meses foi construído entre servidores, Sindicato, Coren e Prefeitura A partir da escala de 16 de julho de 2023, todos os servidores municipais da enfermagem de Américo Brasiliense passam a cumprir jornada de 30 horas semanais. A nova jornada reduzida, sem redução dos salários, é fruto de muita negociação do SISMAR e uma greve de dois dias realizada em março. O assunto seria resolvido em 2020, mas a pandemia atrapalho o processo. Agora, com participação do Coren, do SISMAR, servidores e Administração, a nova escala com jornada de 30 horas será implementada para um teste por seis meses. Caso o atendimento não seja prejudicado neste período, a nova escala será formalizada em lei. A redução da jornada é uma demanda muito antiga da categoria e, agora, com apoio e participação direta do SISMAR, será implementada em Américo Brasiliense. A diretoria do SISMAR, junto com os representantes do Coren e da Prefeitura, visitou incansavelmente todas as unidades de saúde de Américo Brasiliense e conversou com todos os servidores a respeito da nova escala e do compromisso da categoria com a manutenção da qualidade e presteza do serviço para que a jornada reduzida seja mantida. A redução da jornada sem redução do salário, na prática, valoriza o trabalhador, pois aumenta o valor a hora de trabalho em 20%, além de trazer mais qualidade de vida. É o SISMAR sempre atuante na luta pela valorização dos servidores municipais e, ao lado da categoria, conquistando vitórias importantes.

  • Ação solidária do SISMAR arrecada mais de R$ 7 mil para criança com paralisia cerebral

    Valor foi destinado à compra de um equipamento para Mariana, de 11 anos, filha de uma servidora; família ainda busca apoio para adquirir cadeira especial para banho A solidariedade falou mais alto! A ação solidária do SISMAR em prol da Mariana, filha da servidora Marisa dos Santos Antônio, hoje com 11 anos, que sofre de paralisia cerebral, conseguiu arrecadar R$ 7.763 para ajudar a família. O dinheiro será todo destinado à aquisição de um guincho de elevação elétrica, equipamento que ajuda na mobilidade da Mariana, que está crescendo e ficando mais pesada. O guincho custa R$ 9 mil. Além dos R$ 7,6 mil arrecadados na ação, uma rifa garantiu mais R$ 150 e a família segue buscando doações. O guincho vai ajudar muito, mas a busca da família por ajuda continua. Mariana ainda precisa de uma cadeira de banho mais adequada para seu tamanho e limitações. Esta cadeira custa mais de R$ 20 mil e a família não tem condições de fazer tamanho investimento. A luta da família pelo melhor para a Mariana é diária desde a gestação, como nos conta a mãe neste relato: “Antes de ter a Mariana, eu perdi um bebê com 7 meses de gestação. Depois que o médico me liberou para fazer uma nova tentativa de engravidar, descobri que após 6 meses estava grávida novamente. Foi uma alegria imensa! No começo da gravidez, passei muito estresse e nervoso com problemas de saúde do meu pai que sofria com sequelas de um AVC. Tivemos que correr com ele e nessa fase tive descolamento de placenta. Quase perdi novamente a gestação. Nesse período, tive que me afastar do trabalho e ficar em repouso. Quando chegou perto das 23 semanas de gestação, tive que ser internada devido a uma hemorragia, pois a Mari e eu estávamos correndo risco de vida. Com 24 semanas, ela nasceu pesando 620 gramas, com 30 centímetros, chegando a pesar 560 gramas nos primeiros dias de vida. Passamos por várias intercorrências em 119 dias de UTI. Descobrimos a retinopatia da prematuridade que exigiu uma cirurgia às pressas para barrar o descolamento de retina. Nesses 12 anos dela, foram duas cirurgias de olho, de tendão, duas de preenchimento do quadril devido à má formação e também a colocação de uma placa no fêmur, que depois foi retirada. A Mari sempre frequentou o ensino (creche e atualmente uma escola de educação especial) e se desenvolveu bem considerando as limitações físicas, intelectuais e visuais dela. Mari é comunicativa, do jeitinho dela, tem seus gostos e preferências, e estaremos sempre na luta para o melhor pra ela.”

  • Data-base Araraquara: negociação tem nova rodada com vereadores

    Câmara se compromete a não votar projeto de reajuste nesta terça-feira; Sindicato utilizará Tribuna Popular para defender proposta da categoria As negociações da data-base 2023 dos servidores municipais de Araraquara não terminaram com o envio do projeto pela Prefeitura para a Câmara Municipal. Em reunião com a diretoria do SISMAR e parte da comissão de servidores, realizada na tarde desta segunda-feira, a maioria dos vereadores se comprometeu a não votar o projeto antes de novas conversas com o Sindicato e a categoria. Reunidos em assembleia na mesma noite, os servidores decidiram seguir mobilizados, aguardando o andamento das negociações mediadas pelos vereadores. Manifestações, atos e até greve, não estão descartados caso a Prefeitura não melhore a proposta de reajuste. A diretoria do SISMAR fará uso da Tribuna Popular na sessão desta terça-feira, 6, para esclarecer à população a realidade dramática dos servidores após esses anos de perdas salariais. Vale lembrar que, mesmo que a negociação demore para ser concluída, o reajuste conquistado pode ser aplicado retroativamente. Portanto, não há que se falar em prejuízo para ninguém causado pela demora do acordo. Desde o início das negociações, já foram três reuniões presenciais do Sindicato com a equipe do governo, mas a proposta de reajuste e demais cláusulas não avançou nem um centavo neste período. A Prefeitura insiste no índice de 4.65% de reajuste para o conjunto dos servidores e o aumento do valor do bônus-alimentação, aquela parte do vale que é descontada no caso de faltas injustificadas ou abonadas ou a partir do 3º atestado no ano. O SISMAR apresentou para a Prefeitura, para os vereadores e para a categoria, um estudo demonstrando que a arrecadação municipal cresceu mais de 30% acima da inflação e que os salários foram corrigidos abaixo da inflação desde que o prefeito Edinho Silva assumiu novamente a gestão da cidade em 2017, em claro movimento de desvalorização do funcionalismo. A decisão é política e está nas mãos do governo. Ano que vem é ano eleitoral e não vai haver reajuste acima da inflação. Se a Prefeitura não melhorar a proposta deste ano, o governo Edinho vai terminar o mandato com o pesado fardo de ter arrochado os salários dos servidores municipais.

  • A tese da dificuldade financeira da prefeitura de Araraquara é uma farsa

    Desde 2017, a arrecadação cresceu muito mais que a inflação, mas o governo preferiu gastar com outras coisas e nunca dividiu esse crescimento com os servidores; Administração propõe manter perda salarial e categoria terá assembleia para decidir A proposta da Prefeitura de Araraquara para os servidores nesta data-base de 2023 é manter perda salarial, disfarçada de aumento. Faça as contas, puxe na memória, e você verá que seu salário hoje consegue comprar muito menos do que conseguia comprar em 2017. Se a proposta da Prefeitura for aprovada, isso não vai mudar. Dia 1 de junho, quinta-feira, às 19 horas, na sede do SISMAR, no centro, os servidores se reunirão em assembleia para decidir qual será a resposta da categoria a respeito desta proposta indecente do governo. No ano passado, depois de muita pressão da categoria, a proposta da Prefeitura subiu de 2,5% + 2,5% para 5% + 5%. Este ano, a proposta é de 4,65%, menor que no ano passado. Não se engane, servidor, mesmo você que vai se beneficiar do tal do novo piso de R$ 1.560. Este valor ainda é muito baixo perto do que você deveria estar recebendo se não fosse a decisão deste governo de gastar o dinheiro que arrecada com outras coisas, que não os servidores. A arrecadação da Prefeitura subiu 67% desde 2017. Foram R$ 495 milhões a mais. Os salários subiram só 27%, consumiram apenas R$ 121 milhões. E essa diferença? Para onde foi? Cadê as centenas de milhões de reais arrecadados a mais? Como assim “a Prefeitura não tem dinheiro”? Se este governo tivesse valorizado os servidores desde o primeiro ano de mandato de acordo com o crescimento da arrecadação, o seu salário já poderia ser de R$ 1.800 ou mais. Você merece e precisa de muito mais. Ainda mais depois de ficar dois anos sem aumento na pandemia e de ter um reajuste abaixo da inflação e parcelado no ano passado. O piso salarial de ingresso do comércio em Araraquara é de R$ 1.620. E para os servidores, com responsabilidades enormes, oferecem menos que isso? Uma cesta básica em Araraquara, de acordo com o Sincomércio, custa R$ 920. Não é possível que um governo mantenha seus servidores com fome, descontando quase metade do vale alimentação por ficarem doentes. Tem servidor pedindo resto de marmita para os colegas, porque a comida em casa não é suficiente. O SISMAR convoca todos os servidores municipais de Araraquara para a assembleia geral desta quinta. Precisamos dar uma reposta à altura agora, para não ficarmos chorando depois nas redes sociais até o ano que vem.

  • Data-base Araraquara: negociação continua dia 30

    Prefeitura não enviará o projeto de lei do reajuste para a Câmara antes de concluída a negociação Em reunião realizada nesta quarta-feira, 24, o SISMAR, a comissão de servidores e praticamente todo o secretariado da Prefeitura de Araraquara, debateram a pauta de reivindicações da categoria para a data-base 2023. Argumentos e números foram explorados de lado a lado e uma nova reunião foi agendada para a próxima terça-feira, dia 30. Ficou estabelecido que a Prefeitura não enviará o projeto de lei do reajuste para a Câmara antes de concluída a negociação. Veja detalhes e documentos da data-base 2023 em www.sismar.org/araraquara2023

  • Data-base Araraquara: proposta da Prefeitura é péssima do início ao fim

    Depois de colocar Araraquara em destaque mundial pelo combate à pandemia, os servidores municipais que deram a vida nesta batalha são desvalorizados pelo governo Edinho; após seis anos e meio de gestão, funcionalismo está mais pobre e comendo menos A proposta de 4,65% de reajuste salarial feita pela Prefeitura de Araraquara para os servidores municipais é um tapa na cara de toda a categoria. E vamos explicar detalhadamente os motivos. A proibição de reajuste nos anos de 2020 e 2021, por causa da pandemia, provocou uma perda salarial de 16% para todos os servidores, quando a inflação fez os preços subirem e os salários ficaram congelados. Na prática, oferecer 4.65% de reajuste agora é pedir que os servidores que deram a vida no combate à covid-19 aceitem calados uma redução de mais de 10% em seus salários, considerando o poder de compra que tinham em 2017. A realidade é essa: os salários hoje, após seis anos e meio de governo Edinho, compram 16% menos do que compravam quando ele assumiu a Prefeitura em 2017. Com reajuste de 4,65%, ainda fica um prejuízo de quase 11,5%. Além disso, a arrecadação da Prefeitura tem crescido acima de 10% todo ano pelo menos desde 2019. A Prefeitura tenta enganar, portanto, em sua justificativa, ao dizer que “a crise econômica influencia arrecadação e repasses de dinheiro para o Município”. O segundo item da contraproposta é outra tentativa da Prefeitura de se fazer de boazinha, mas que não se sustenta. A Prefeitura diz que vai reajustar o piso do funcionalismo em 20%, para R$ 1.563,97. Reajuste de 20% pode parecer muito, mas o valor real do “novo piso” do funcionalismo municipal consegue ser menor do que o menor salário de um funcionário do comércio da cidade, que é de R$ 1.620, de acordo com a convenção coletiva daquela categoria para 2023. A proposta da Prefeitura coloca ainda os pisos do magistério e da enfermagem como se fossem concessões do Município, quando, na realidade, estes pisos foram estipulados em leis federais e são de cumprimento obrigatório pela Prefeitura. Por fim, mas não menos pior, a Prefeitura propõe reajuste apenas no BÔNUS alimentação, não no valor do vale. Ou seja, aposentados e servidores adoecidos ficarão sem qualquer reajuste neste item. Bem como a proposta de reajuste de 4,65% no prêmio assiduidade também não contempla aposentados e nem repõe a perda ocasionada pela inflação desde a pandemia. Por estes motivos, a contraproposta da Prefeitura foi rejeitada em assembleia pela categoria na noite desta terça-feira, 16. Os servidores decidiram reiterar a pauta de reivindicações e pedir abertura de mesa de negociação direta com o governo para avançarmos nas conquistas. Uma comissão de servidores foi eleita na mesma assembleia para acompanhar todo o processo de negociação. Ainda nesta quarta-feira, o SISMAR protocolará oficialmente a decisão da assembleia e o pedido de abertura de negociações diretas. Ponto a ponto: Na justificativa: crise econômica influencia arrecadação e repasses de dinheiro para o Município. A realidade: a receita de Araraquara cresceu 10% de 2019 para 2020, 21% de 2020 para 2021 e 11% de 2021 para 2022. Na proposta: Reajuste de 4,65%. A realidade: Edinho tirou 16% do salário na pandemia, e está devolvendo somente 4,65% Na proposta: reajuste do Piso do funcionalismo para 1.563,97. A realidade: Piso do comércio é de 1.620 Na proposta: Reajuste do piso do magistério A realidade: este piso do Magistério é lei federal. Se não der por bem, terá que pagar na Justiça Na proposta: Reajuste do piso da enfermagem A realidade: este piso da Enfermagem é lei federal. Se não der por bem, terá que pagar na Justiça Na proposta: reajuste do BÔNUS alimentação A realidade: Nem todos os servidores recebem o bônus. Aposentados e servidores adoecidos não recebem Na proposta: reajuste de 4,65% no prêmio assiduidade A realidade: nem todos recebem o prêmio e o reajuste não repõe as perdas provocadas pela inflação desde a pandemia

  • Dia da enfermagem

    No Dia Internacional da Enfermagem, o SISMAR - Sindicato dos Servidores Municipais de Araraquara e Região - gostaria de prestar uma homenagem especial a todos os profissionais da enfermagem municipal que dedicam suas vidas ao cuidado e bem-estar da população. O corpo de enfermagem é o pilar fundamental do sistema de saúde municipal. São vocês que enfrentam desafios diários para garantir que cada pessoa receba atendimento de qualidade, carinho e respeito e cujo trabalho incansável não apenas salva vidas, mas também traz conforto e esperança aos pacientes e suas famílias. Agora, com a liberação de mais de R$ 7 Bilhões pelo governo federal especificamente destinado a estados e municípios para o pagamento do Piso Nacional da Enfermagem, esperamos que o STF destrave imediatamente a Lei do Piso para garantir um pouco mais de dignidade para a categoria. O SISMAR reconhece e aplaude o trabalho dos profissionais da enfermagem, não apenas neste dia, mas em todos os dias do ano. Parabéns a todos os profissionais da enfermagem municipal! Vocês são essenciais e fundamentais para a saúde e bem-estar da nossa região.

  • Data-base: Edinho promete entregar resposta sexta-feira

    SISMAR divulgará a resposta imediatamente e fará assembleia com os servidores municipais na terça-feira para avaliação da categoria Em reunião realizada na manhã desta quarta-feira, 10, entre a diretoria do SISMAR e a Administração, o prefeito de Araraquara, Edinho Silva (PT), se comprometeu a entregar até sexta-feira, 12, uma resposta sobre a data-base dos servidores municipais. A pauta de reivindicações da categoria foi protocolada na Prefeitura no início de abril. Quem vai decidir se aceita ou não a resposta da Prefeitura é a categoria. Para isso, o SISMAR convoca assembleia geral para terça-feira, dia 16, a partir das 19h, em frente à Prefeitura. Ainda na sexta-feira, assim que o Sindicato receber a resposta do governo, ela será tornada pública para que todos os servidores tenham conhecimento da proposta para poder votar na assembleia do dia 16. De 2017 para cá, os servidores de Araraquara amargam mais de 15% de perdas salariais, ou seja, a inflação foi 15% maior do que os reajuste aplicados nos salários. Em outras palavras, tudo subiu mais do que o salário neste período (janeiro 2017 a março 2023). Os salários foram reajustados em 23,86%, mas a inflação foi de 38,4%, aluguéis subiram até 76% e a cesta básica custa 80% a mais. Veja aqui a pauta de reivindicações na íntegra.

  • Prefeito de Motuca acusa médico de forjar atestado

    Ricardo Fascineli ainda disse o absurdo de que não deve tolerar proximidade de funcionário com o Sindicato; prática antissindical será denunciada Durante audiência pública realizada pela Câmara Municipal de Motuca no último dia 26 de abril para tratar do tema Violência nas Escolas, o prefeito Ricardo Fascineli (PTB) acusou médicos de forjarem atestados para uma servidora municipal. Sem citar nomes e sem apresentar provas, Fascineli afirmou que atestados da servidora teriam sido “inventados”. A acusação é gravíssima e deverá ser provada pelo prefeito, sob pena de ele mesmo acabar acusado de calúnia e injúria contra os médicos que assinaram os atestados e contra a servidora que apresentou a documentação comprovante de seu adoecimento. Não satisfeito em acusar médicos e servidores sem provas, ainda durante a audiência pública Fascineli também deu a entender que não tolerará aproximação de servidores com o SISMAR, Sindicato dos Servidores Municipais de Araraquara e Região que também representa o funcionalismo municipal da cidade que ele governa. Todavia, precisamos lembrar que o próprio prefeito, quando era professor na rede municipal de Motuca, se aproximou do Sindicato em 2016, quando houve uma grande greve do serviço público por melhores salários e condições de trabalho. (foto) Para o SISMAR, a atitude de Fascineli de retaliar a aproximação de trabalhadores com seu sindicato caracteriza prática antissindical e sua fala será denunciada aos órgãos competentes. O prefeito de Motuca, como chefe do Poder Executivo, é o empregador dos servidores e deve se comportar como tal. Motuca é um Município e seus servidores são concursados, regidos por leis, não por convicções. Não se trata de uma propriedade privada, onde a vontade do proprietário é lei, mas sim de um empregador público que precisa respeitar a legislação trabalhista, como qualquer empregador. E o SISMAR está de olho, acompanhando a situação do serviço público de Motuca mais de perto do que se imagina.

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