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  • Prefeitos negam reajuste com aval do STF e a culpa é do sindicato?

    A indignação dos servidores também é a do SISMAR, mas o lobby do mercado financeiro e entidades, como a Associação de Prefeitos, e a pressão do Ministério da Economia prevaleceram Para indignação geral da categoria e do Sindicato, mais uma vez, quem vai pagar a conta dos prejuízos da pandemia e da incompetência dos governantes são os servidores públicos, com seus salários congelados até 31 de dezembro de 2021. Para desespero dos servidores municipais, que recebem os menores salários entre os servidores públicos, o Supremo Tribunal Federal (STF) validou a proibição de qualquer reajuste para o funcionalismo este ano, imposta pela Lei Complementar nº 173/2020. Em seu voto, o Relator Alexandre de Moraes, Ministro do STF, considerou que a Lei 173/20 não fere a Constituição, negando, inclusive, que ela viola o princípio da irredutibilidade salarial dos servidores públicos. E o seu voto foi acompanhado pelo Plenário da Corte. Na prática, o STF proibiu aumentos salariais para servidores públicos em 2021. Infelizmente, para alguns servidores é mais fácil falar em omissão ou falta de combatividade do SISMAR, mas não há caminho que o Sindicato possa buscar para exigir qualquer reajuste para este ano, já que há uma proibição expressa em Lei e que foi respaldada pela mais alta corte do país, o STF. A indignação e a revolta da categoria têm toda razão de ser: não faz sentido nem tampouco é racional transferir aos servidores a conta dos prejuízos dos cofres públicos. Mas, o alvo das críticas, definitivamente, não é o Sindicato. A luta do SISMAR sempre foi árdua para que a revisão geral anual prevista pela Constituição fosse respeitada pelos empregadores públicos. Nas discussões com os prefeitos de toda a região, desde o início do ano, o SISMAR vem insistentemente batendo na tecla de que a vedação de aumento de despesas imposta pela Lei 173/20, na interpretação literal de seus dispositivos, não prevê o impedimento da revisão geral anual dos salários do funcionalismo público. Porém, o lobby do mercado financeiro e entidades, como a Associação de Prefeitos, e a pressão do Ministério da Economia prevaleceram, influenciando na decisão do STF. Com a vedação do reajuste de 2021 expressa na legislação, o que nos resta é jogar todas as fichas na negociação de algum índice capaz de reparar parte das perdas já a partir da folha de janeiro/2022, quando cessam os efeitos dessa malfadada lei, imposta ao funcionalismo público de todo o país pelo Governo Federal e sua base de sustentação no Congresso Nacional (o mesmo governo e a mesma base que pretendem aprovar a reforma administrativa – PEC 32 – que acaba com os serviços públicos como o conhecemos). E nessa luta, teremos que contar mais uma vez com a participação, a disposição e o apoio da categoria na missão de pressionar o prefeito Edinho Silva, em Araraquara, e os demais prefeitos da nossa região para que o ano de 2022 já inicie com melhores perspectivas para o funcionalismo, que tanto contribuiu no enfrentamento da pandemia e que tantas perdas vem acumulando num período de crise, de carestia e retrocessos incompreensíveis. Somente a união da categoria e a identificação dos seus verdadeiros inimigos é que permitirão o êxito na luta contra o deliberado ataque às carreiras do funcionalismo e o desmonte dos serviços públicos.

  • Funcionamento do SISMAR durante o lockdown

    Devido ao lockdown em Araraquara, os serviços presenciais no SISMAR estão suspensos. Todos os serviços devem ser solicitados via e-mail, conforme o assunto: 2ª via de boleto: leticia.sismar@outlook.com ou greice.sismar@gmail.com ou natalia.sismar@hotmail.com Demais serviços administrativos: sismarv@uol.com.br A área de vendas da Unimed também está em home office. As adesões à Unimed devem ser feitas pelo telefone: 16 99235-2010 A Farmácia do Servidor segue com atendimento presencial de segunda à sexta-feira das 9h às 17h, limitado a 1 pessoa da família, com uso obrigatório de máscara, álcool gel, distanciamento e aferição de temperatura. Os diretores do Sindicato também atenderão demandas pelo celular: Andreia 99742-7145 Oscar 99991-9510 Regina 99703-0752 Suely 99629-8479 Renata 99714-2703 Gustavo 99788-3725 Corotinho 99603-3313 Isabel 98195-4178 Bernadete 99739-0272 Adriano 99765-6801 Cervan 99203-9837 Renato 99751-3919

  • SISMAR denuncia péssimas condições de prédio de CER em Araraquara

    Mofo, infiltração, ferrugem, rachaduras e falta de manutenção básica são o retrato do descaso da Secretaria da Educação com a estrutura das unidades de Educação da cidade; creche atende população do Jd Indaiá e arredores O prédio do CER "Maria Aparecida de Azevedo Bozutti", no Jd. Indaiá, periferia da zona Norte de Araraquara, não tem condições para receber alunos e servidores. A unidade apresenta mofo nas paredes, infiltração, água pingando do teto três dias após a chuva, sala alagada, ferrugem, rachaduras, evidente falta de manutenção básica, tudo devidamente registrado pela diretoria do SISMAR, que esteve na unidade na manhã desta quarta-feira, 6, a pedido dos servidores. “A situação da unidade é chocante. Sabíamos que não havia reforma lá há tempos, mas nos assustamos com a aparência de abandono de quase todo o prédio. O risco para servidores e alunos é enorme”, conta Bernadete Couto, professora e dirigente do SISMAR. “Precisamos de uma solução urgente para aquela unidade”, completa. Diante da gravidade dos fatos, para proteger a saúde e a vida dos servidores e dos alunos, o Sindicato acionará a fiscalização da Gerência Regional do Trabalho e Emprego (GRTE), levará o caso ao conhecimento do Ministério Público do Trabalho (MPT), além, é claro, de comunicar toda a situação para a própria Secretaria Municipal da Educação, para que providências sejam tomadas imediatamente. A situação da unidade é crítica há pelo menos 3 anos, de acordo com relato dos servidores. A chuva e o vento do último domingo causaram ainda mais estragos. Veja as fotos e vídeo abaixo.

  • Nota de repúdio contra perseguição a professor

    O SISMAR vem a público manifestar total repúdio ao episódio de perseguição e exposição realizado por uma cidadã contra o servidor municipal Ricardo Martins e suas filhas. Ricardo é professor, negro, ativo politicamente e está em greve junto com outros servidores da Educação Municipal de Araraquara em defesa da vida de todos, contra o retorno presencial das aulas enquanto não houver controle da transmissão aos níveis considerados seguros pela ciência. Na tentativa de desqualificar o movimento grevista, a cidadã em questão mentiu sobre as filhas do professor Ricardo estarem frequentando aulas presenciais enquanto ele faz greve. Documento obtido pelo professor junto à direção da escola comprova que suas filhas estão exclusivamente em ensino remoto. Ela mentiu e levou a mentira à imprensa, que repercutiu o caso indevidamente. A cidadã pode e deve responder na Justiça pelo fato de, por paixão política, na ânsia de defender a Prefeitura, ter exposto desnecessariamente a vida pessoal de um profissional e suas filhas pequenas com a intenção de desacreditá-lo diante da sociedade. Não podemos aceitar que o debate político seja feito neste nível tão baixo a ponto de se utilizar de mentiras e da exposição de crianças para alcançar seus objetivos, que são claramente opostos aos dos servidores. Nenhum grevista deve satisfação sobre sua vida privada a ninguém. Qualquer informação deve ser requerida por órgão competente da Justiça e com motivo justo para tanto. E, ainda que fosse verdade, não haveria qualquer ilegalidade em servidor grevista levar filho para a escola que está aberta com servidores que não aderiram ao movimento. A falsa acusação resume-se a mera perseguição e expõe um lado sombrio da nossa sociedade, aquele que julga e condena com muita facilidade antes de saber a verdade. Assinam também esta nota: Dr Domingos Alves Dr Dagoberto José Fonseca Dr Sérgio Luiz de Souza Dra Roberta Urban Dra Ligia de Almeida Durante Dr Dalton de Souza Amorim Dr Antonio Carlos Lopes Petean Dra Nainora Maria Barbosa de Freitas Dr Daniel Cara Dra Elisabeth Spinelli de Oliveira Dr José Marcelino de Rezende Pinto Dr Ulysses Matos Dra Adrienne Katia Savazoni Morelato Luiz Fernando Costa de Andrade José Alfredo de Carvalho Fábio Henrique Granados Sardinha Vanderlei Caixe Filho Carlos Giannazzi Luna Meyer João Clemente José Alfredo Apeoesp PSOL Araraquara PDT Araraquara Edinaldo Henrique Ferreira Leonardo Sacramento

  • Reforma em CER causa transtorno e atrapalha atividades em Araraquara

    Barulho de britadeira, marretas e serras durante as aulas e acesso por dentro da reforma para chegar ao ponto eletrônico e ao banheiro feminino prejudicam os servidores A necessária reforma no CER. Dr. Álvaro Waldemar Colino, no Jardim das Estações, em Araraquara, está prejudicando os servidores daquela unidade. O acesso ao banheiro feminino e ao ponto eletrônico é feito obrigatoriamente pelo meio do ambiente que está sendo reformado. Servidores são obrigados a circular sem EPIs em meio a ferramentas, pedras, madeiras, poeira e todo tipo de resíduo típico de uma obra para registrarem o ponto ou irem ao banheiro. A situação piora, porque a obra ocorre no mesmo período das aulas e o barulho constante de britadeira, marretas e serras atrapalha as atividades com os alunos. O SISMAR exige providências urgentes da Prefeitura no sentido de encontrar uma solução que garanta ao mesmo tempo proteção aos servidores e tranquilidade para a realização das atividades com as crianças. Outras unidades, durante as reformas, suspenderam as atividades ou tiveram suas atividades transferidas para casas alugadas, por exemplo. Esta solução colocaria um fim aos problemas identificados. O Ministério Público do Trabalho já tomou ciência dos fatos e tomará as medidas cabíveis. O SISMAR entende e concorda que os CERs precisam de reformas, mas elas não podem ser feitas de modo a atrapalhar o andamento das atividades e muito menos expor servidores a risco de acidentes.

  • Cadê a segurança nas UPAs?

    Paciente alterado por pouco não provoca uma tragédia no Vale Verde; sem guardas municipais nas unidades, retirados pela Prefeitura durante a pandemia, servidores e pacientes estão expostos diariamente Sem unidades da Guarda Civil Municipal (GCM) nas UPAs de Araraquara e com dificuldade de conseguir atendimento da Polícia Militar, servidores e pacientes da UPA do Vale Verde viveram momentos assustadores no último sábado, dia 25, quando um homem descontrolado e armado com uma faca ou um canivete ameaçou funcionários e pacientes. Ele foi contido por outro paciente. Infelizmente, este não foi o primeiro e não será o último episódio de violência dentro de uma UPA de Araraquara. Sabendo disso, é inadmissível, para o SISMAR, que a Prefeitura não mantenha GCMs fixos nas unidades para garantir a segurança de todos. A permanência de guardas nas UPAs é motivo de debate entre a Prefeitura e os servidores há pelo menos uma década. O ambiente de qualquer unidade de pronto atendimento é tenso pela natureza do serviço prestado. Os casos mais complicados são atendidos nas UPAS, relacionados a drogas, álcool, acidentes. Os pacientes e seus acompanhantes já chegam nervosos, preocupados, muitas vezes irritados com a situação que os obriga a estar ali. E, não raro, há desentendimentos, xingamentos, ameaças e muitas vezes agressões físicas. Manter GCMs nas UPAs é uma obrigação da Administração, para proteger a integridade não só dos servidores, mas também dos pacientes e do patrimônio público. Recompor o quadro de GCMs para o que determina a lei também é fundamental para que os servidores possam cumprir suas funções com dignidade. Sem efetivo suficiente, a Guarda Municipal não consegue desempenhar de forma qualificada seu papel. Em outras palavras, é preciso urgência para sanar os problemas e isso se faz com investimento e valorização real do serviço e do servidor público. Cadê a segurança das UPAs, prefeito?

  • Vitória: servidores da Educação suspendem greve mais longa da história de Araraquara

    Não haverá desconto dos dias parados, porém, a maior conquista foi ter protegido pessoas e vidas; a paralisação durou 172 dias Os servidores municipais da Educação de Araraquara decidiram, em assembleia realizada pelo SISMAR nesta sexta, 24, após acordo com a Prefeitura, suspender a greve mais longa da história da cidade. Eles retornam às atividades presenciais na segunda-feira, 27. Após 172 dias de luta pela vida, a consciência, a coragem e a disposição venceram e os grevistas voltam ao trabalho de cabeça erguida, sem quaisquer prejuízos, com seus direitos garantidos e com muito orgulho de ter protegido incontáveis vidas neste período. Não haverá desconto dos dias parados e todos os benefícios e vantagens, inclusive pontuação e classificação de servidores para fins de remoção e atribuição de aulas, estão garantidos aos grevistas no acordo. Durante a negociação, a Prefeitura também comunicou que iniciou processo de compra de máscaras PPF2 para os servidores da Educação, que era uma das principais exigências da categoria para o retorno presencial. Vitória larga e maiúscula. Mas, não podemos esquecer que a pandemia ainda não está controlada aos níveis considerados seguros pela ciência, e por isso o estado de alerta deve permanecer. Apesar da evidente tensão gerada pela greve, seja pelo fato de alunos estarem sem aulas, seja pelo risco que a doença representa, estes seis meses de greve também foram tempos de formação para os grevistas e para a diretoria do SISMAR, que tiveram a oportunidade de ouvir e conversar sobre covid-19, sobre Educação, sobre luta de classes, sobre sindicalismo e sobre outros temas, com dezenas de especialistas renomados, professores doutores, pesquisadores, políticos e dirigentes de centrais e federações sindicais. Também foi tempo de união e de aprendizado solidário, com muita gente participando de greve pela primeira vez, muita gente se conhecendo e se encontrando e muita gente se ajudando mutuamente. Sem dúvida, a partir de segunda-feira, haverá nas escolas um exército de 200 servidores muito mais bem informados do que no começo da greve, conversando com seus pares e, principalmente, prontos para fiscalizar o ambiente escolar, porque a proteção da vida ainda é prioridade e a greve só foi suspensa. Se não houver respeito às regras sanitárias, se comprovadamente não houver segurança sanitária na escola, a greve pode voltar. Pelo termo de conciliação assinado nesta sexta-feira entre a Prefeitura e o SISMAR (representando a categoria), ficou estabelecido que: 1- O valor que foi descontado do salário dos grevistas no início do movimento, referente ao período entre os dias 5 e 18 de abril, será pago pela Prefeitura. 2- Os servidores que tiveram o desconto destes dias, e que serão ressarcidos, deverão repor as horas referentes exclusivamente a estes dias de abril, mediante planejamento. 3- A Prefeitura comunicará (já comunicou) o TRT sobre o acordo firmado, para suspender o julgamento e arquivar o mandado de segurança que envolvia a questão de desconto de salário dos grevistas. 4- O SISMAR comunicará (já comunicou) o MPT sobre o acordo firmado para requerer a extinção da ação civil pública, também sobre os descontos, que tramita na Vara do Trabalho. 5- Os servidores suspendem a paralisação e retornam ao trabalho presencial a partir de segunda-feira, 27 de setembro. 6- A Prefeitura garante todos os benefícios e vantagens aos grevistas, inclusive pontuação e classificação de servidores para fins de remoção e atribuição de aulas. Não é permitido tratamento desigual ou qualquer tipo de retaliação por parte da chefia perante os servidores grevistas que retornam ao trabalho na segunda-feira. Não será tolerado qualquer tipo de prejuízo aos grevistas pela participação no movimento de greve. Qualquer atitude contra os grevistas deve ser documentada (gravada, filmada, fotografada) e imediatamente comunicada à direção do SISMAR. Comparação da situação epidemiológica no início da greve e atualmente: Casos novos por 100 mil habitantes em 7 dias em 5 de abril: 150 Casos novos por 100 mil habitantes em 7 dias em 24 de setembro: 109 Percentual de positivados em 5 de abril: 28% Percentual de positivados em 13 de setembro: 5% Média de casos novos em 5 de abril: 51 Média de casos novos em 24 de setembro: 37 Média de morte em 5 de abril: 1,14 Média de morte em 24 de setembro: 0,14 Internados em 5 de abril: 87 em UTI e 99 em enfermaria Internados em 24 de setembro: 8 em UTI e 10 em enfermaria

  • Você sabe o risco de transmissão da covid-19 em Araraquara?

    O risco de transmissão da covid-19 na cidade pode ser comparado a pular de uma determinada altura. Quanto mais alto, mais arriscado. A Fiocruz e órgãos internacionais têm uma tabela para avaliar o risco de transmissão em uma cidade. - Abaixo de 10 casos por 100 mil habitantes = risco baixo - Entre 10 e 50 casos por 100 mil habitantes = risco moderado - Entre 50 e 100 casos por 100 mil habitantes = risco elevado - Acima de 100 casos por 100 mil habitantes = risco elevadíssimo O cálculo é feito somando o número de casos em 7 dias, multiplicando por 100 mil e dividindo por 240,5 mil (que é a população estimada em Araraquara segundo o IBGE). O resultado desta conta em Araraquara, com os dados atualizados hoje, 20 de setembro de 2021, é de 101 casos por 100 mil habitantes nos últimos 7 dias. Ou seja, Risco Elevadíssimo. Em outras palavras: descontrole da transmissão. Para efeito de comparação, é como querer saltar de uma plataforma de 10 metros de altura sem piscina abaixo. Não dá. Só vai ser seguro mesmo quando a altura for de 1 metro. Infelizmente, a pandemia não acabou. Ela não acaba por decreto ou por vontade de alguém.

  • Clélia mente: Prefeitura não entrou com dissídio de greve na Justiça

    Se dependesse dela e do governo Edinho, os servidores com comorbidade teriam voltado ao trabalho presencial antes mesmo da vacinação; as três ações que tramitam na Justiça foram movidas pelo Sindicato e pelo MPT, nenhuma para julgar a greve Com tantas mentiras ditas para o grande público pelo governo Edinho e pela secretária municipal da Educação de Araraquara, Clélia dos Santos sobre a greve da Educação e sobre os riscos neste momento da pandemia, é preciso reafirmar o que todos já sabem: A Prefeitura não entrou com dissídio de greve na Justiça. O que corre na Justiça são três ações movidas pelo Sindicato e pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) contra a Prefeitura, nenhuma delas para julgar a greve. Então, ficam duas perguntas: Se não vão negociar, por que ainda não entraram com dissídio depois de 4 meses de greve? E porque mentem sobre isso? A verdade, atestada por três especialistas, pesquisadores e professores da USP (veja mais aqui), é que tanto servidores e demais profissionais da Educação quanto alunos e seus familiares estão em risco ao retornarem para aulas presenciais neste momento da pandemia e a greve está salvando vidas. Desafiamos o governo a mostrar estudos científicos que comprovem segurança para retomada de aulas presenciais com a transmissão nos níveis atuais medidos na cidade. Aqui cabe outra pergunta: qual a diferença entre “negar a ciência” e “não negar, mas também não seguir a ciência”? O governo Edinho não fornece nem máscaras de pano para profissionais da Educação, mesmo tendo obrigação de fazê-lo, segundo a Portaria Conjunta n. 20 de junho de 2020. Além disso, servidores com comorbidades só ficaram protegidos até a vacinação por ação do SISMAR na Justiça. A Prefeitura queria colocar todos para trabalhar mesmo sem qualquer vacina. A única conclusão possível é que a secretaria da Educação de Araraquara não respeita e não se preocupa com os servidores e nem com a população. Neste ponto, vai surgir o argumento de que tudo está voltando e que, por isso, as escolas também devem voltar. Porém, o raciocínio para proteger vidas é exatamente o contrário: se não há segurança para aulas presenciais, nada deveria voltar, já que Educação deve ser prioridade. Ou vamos aceitar a morte de alguns para poder retomar atendimento presencial? Quem? Quantos?

  • Manifesto contra a reabertura de escolas e atividades em Araraquara

    A situação epidemiológica em Araraquara é crítica em relação à covid-19 e a reabertura das atividades vai aumentar casos e mortes evitáveis; quem não se opõe a isso, assume junto a responsabilidade Diante da total ausência de política nacional clara de combate à pandemia pelo governo Bolsonaro e das notícias de reabertura total das atividades econômicas no estado de São Paulo a partir do próximo dia 17 de agosto, o SISMAR – Sindicato dos Servidores Municipais de Araraquara e Região – sente-se na obrigação de alertar a todos sobre a irresponsabilidade desta medida do governador João Dória, que deve ser seguida pelo prefeito Edinho Silva em Araraquara, e dos impactos nefastos que ela trará para todos, especialmente trabalhadores. Este é um manifesto do SISMAR, assinado também por três professores da USP: Daniel Cara, Domingos Alves e Ulysses de Matos. O documento foi protocolado para cada vereador e cada secretário municipal e distribuído também à imprensa.

  • Mudança no horário de atendimento do SISMAR

    A partir da próxima segunda-feira, dia 2 de agosto, o atendimento no Sindicato e na Farmácia do Servidor retornam aos horários convencionais Após mais de quatro meses, o SISMAR e a Farmácia do Servidor retomam os horários convencionais de atendimento ao público, a partir da próxima segunda-feira, dia 2 de agosto, respeitando o novo decreto municipal vigente em Araraquara. O SISMAR atenderá presencialmente das 8h30 às 17h30, de segunda a sexta-feira, e a Farmácia das 8h às 18h, de segunda a sexta-feira, e das 9h às 13h aos sábados. Será mantida a limitação de pessoas dentro do Sindicato e da Farmácia, bem como a exigência do distanciamento entre as pessoas tanto dentro como na fila. Também ainda é obrigatório o uso correto de máscara cobrindo nariz e boca tanto dentro quanto fora do Sindicato e da Farmácia. É altamente recomendado que os servidores evitem ir presencialmente ao Sindicato ou à Farmácia se puderem, pois o risco de transmissão da covid-19 em Araraquara ainda é elevadíssimo, de acordo com estudos brasileiros e internacionais. Em breve, o SISMAR anunciará a data de retorno das atividades na Sede de Campo, inclusive na academia. Por enquanto, solicitamos que os interessados em praticar Pilates na Academia do Servidor preencham este formulário manifestando seu horário de maior interesse para que possamos organizar as futuras turmas.

  • Quando o governo é mais perigoso que o vírus, precisamos protestar

    O SISMAR convida todos os servidores municipais de Araraquara e da região para a carreata FORA BOLSONARO que será realizada neste sábado, dia 24 de julho O governo Bolsonaro já ultrapassou todos os limites. Não podemos e não vamos aceitar calados a destruição dos direitos trabalhistas, a corrupção, os crimes, a censura, a violência, a homofobia, o racismo, o atraso na vacina, a política proposital de disseminação da covid-19 e tantos outros absurdos deste governo. Por estes tantos motivos, mas também contra a tal “reforma administrativa”, destruidora do serviço público, que o governo e o congresso querem nos empurrar goela abaixo, o SISMAR convida todos os servidores municipais de Araraquara e da região para a carreata FORA BOLSONARO que será realizada neste sábado, dia 24 de julho, conjuntamente com manifestações em todo o país. Em Araraquara, a concentração da carreata será na Praça Scalamandré Sobrinho, às 14h. Todos devem permanecer de máscaras bem ajustadas ao rosto durante toda a carreata e, caso desçam de seus veículos, devem manter distanciamento seguro de pelo menos 2 metros de outras pessoas. FORA BOLSONARO E TODOS OS GOLPISTAS! #24J

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